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domingo, 31 de maio de 2026

O Cavaleiro da Sombra: Por que Gerodelle é o Coração Mais Injustiçado de Rosa de Versalhes.

Olá, queridos amigos da Lady Oscar,Sejam Bem Vindos!

 
 


 
 
 

Hoje, uma garota que me segue no Facebook, a Thais, me perguntou sobre Gerodelle. Segundo ela, Riyoko Ikeda poderia ter explorado mais esse personagem, pois, na opinião dela, ele foi deixado meio que para trás no final do mangá. Eu não acho! Mas resolvi falar sobre ele nesse post, pois Gerodelle é de fato um personagem carismático e, sim, amava Oscar. Eu gosto dele — só me irrito naquela parte em que ele humilha o André no mangá, mas está perdoado, né? Afinal, ele amava de fato a Oscar.





A Elegância do Amor que Não Exige

Para entendermos o papel dele, precisamos lembrar de onde ele veio. Gerodelle surge inicialmente como o estereótipo do jovem aristocrata: polido, ambicioso e um tanto arrogante.  No anime de 1979, ele disputa com Oscar o comando da Guarda Real e, ao ser derrotado por ela, aceita a posição de seu segundo em comando. É ali, na proximidade do dever militar, que o respeito se transforma em algo muito mais profundo.

Enquanto Fersen enxergava Oscar como um porto seguro e André a via como sua própria vida, Gerodelle a enxergava em sua totalidade: uma mulher extraordinária vivendo em um mundo de homens.


Quando seu pai, o General Jarjayes, decide que Oscar deve finalmente se casar e viver como uma dama da nobreza, vários pretendentes surgem. É Gerodelle quem se destaca, não por um desejo de posse, mas por uma admiração genuína. A cena em que ele pede a mão de Oscar é de uma beleza aristocrática ímpar. Ele não quer moldá-la; ele aceita a espada dela tanto quanto aceitaria seu vestido.

"Se eu puder me tornar o homem que a protegerá, aceitarei de bom grado viver sob a sua sombra."

Em um mundo patriarcal como o do século XVIII, a disposição de um nobre de alta patente em se colocar "abaixo" ou "ao lado" de uma mulher militar é uma declaração de amor revolucionária.


Entre a Humilhação e a Redenção

Como comentei lá no início, é impossível falar de Gerodelle no mangá sem citar a fatídica cena em que ele humilha André, pisando em seu orgulho por conta da diferença de classes sociais. É um momento de arrogância aristocrática que nos irrita profundamente, pois sabemos o quanto André sofre em silêncio. No entanto, o desenvolvimento de Gerodelle mostra que aquele comportamento era o reflexo de um jovem nobre que ainda não entendia a força do laço entre Oscar e seu companheiro.

O perdão para Gerodelle vem com o seu amadurecimento e, acima de tudo, com o seu sacrifício silencioso. O ápice do romantismo de Gerodelle não está em uma investida ousada, mas em sua retirada. Ao tentar beijar Oscar, ele é repelido e percebe o abismo que os separa. Oscar não apenas não o ama, como a própria ideia de ser forçada a um papel doméstico a sufoca.

Em vez de insistir usando a pressão familiar ou o peso de seu status — como qualquer nobre da época faria —, Gerodelle recua. Ele desiste do noivado voluntariamente. Ele escolhe a solidão e a rejeição para que Oscar permaneça livre. Ele entendeu que amar a Rosa de Versalhes significava deixá-la espinhar quem tentasse colhê-la.



O Destino de Gerodelle: Deixado para trás?

Retomando o que a Thais pontuou sobre ele ter sido "deixado para trás" no final do mangá: embora muitos sintam que sua participação diminui drasticamente quando Oscar assume a Guarda Francesa e se aproxima do povo, a verdade é que o papel dele estava cumprido. Gerodelle não foi mal aproveitado ou esquecido por Ikeda; ele permaneceu exatamente onde pertencia por sua linhagem.

Gerodelle é o reflexo da própria Versalhes que estava morrendo: melancólico, preso a uma etiqueta e a uma coroa que já não faziam sentido perante a iminente Revolução, mas mantendo a honra até o fim. Ele não teve a chance de morrer nos braços de Oscar, nem de lutar ao seu lado nas barricadas. O seu destino foi o mais doloroso de todos: viver para lembrar.

O Símbolo de uma Era e o Toque de Fantasia

É sempre bom lembrar que, ao contrário de figuras históricas reais como Fersen, Luís XVI e Maria Antonieta, Gerodelle é um personagem puramente fictício, assim como Oscar e André. No entanto, ele cumpre um papel fundamental na narrativa de Riyoko Ikeda: ele simboliza a quintessência dos nobres cavalheiros da França. Ele carrega a elegância, a polidez e os códigos de honra de uma aristocracia que, embora estivesse prestes a desmoronar com a Revolução, ainda guardava lampejos de extrema fidalguia.


Mas, se no mangá principal ele é esse símbolo clássico, eu não posso deixar de confessar o meu ponto fraco por ele: eu gosto do Gerodelle principalmente no gaiden em que ele se transforma em vampiro!

Para quem não se lembra ou deixou passar essa história extra, Ikeda fez uma belíssima homenagem à genial Moto Hagio (mestra do "Grupo do Ano 24" e autora do icônico Poe no Ichizoku), inserindo esse elemento gótico e sobrenatural na franquia. Ver Gerodelle assumir essa faceta eterna e misteriosa dá ao personagem uma aura ainda mais fascinante e poética, coroando de forma única a sua imortalidade no universo de Rosa de Versalhes.


Enfim, finalizo com alguns vídeos  italianos sobre Gerodelle, para fechar esse Post.


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Espero que tenham gostado! 

Um Bom domingo e uma linda semana a todos Vocês Amigos da Lady Oscar.



ady Oscar diz... Obrigada por sua visita! Volte sempre que quiser.

 



 


sábado, 30 de maio de 2026

Novidades para os Colecionadores: Novos Produtos do Filme "A Rosa de Versalhes" Entram em Pré-Venda!


Olá queridos, amigos da Lady Oscar, sejam bem vindos!




Mais uma vez, a magia de A Rosa de Versalhes(ベルサイユのばら) transcende os cinemas para se transformar em relíquias de coleção. A famosa loja online Crux deu início à pré-venda de uma linha exclusiva de produtos oficiais baseados no filme de 2025. O grande charme do lançamento fica por conta do requinte dos novos suportes de acrílico individuais e dos deslumbrantes acrílicos de cenário, perfeitos para recriar a atmosfera da obra em mini-dioramas na sua estante. Se você está acompanhando cada desdobramento dessa nova era, prepare o bolso: essas peças são paradas obrigatórias!


Os grandes destaques dessa leva são os cobiçados itens em acrílico, perfeitos para decorar aquela estante especial dedicada à obra-prima de Riyoko Ikeda. Confira os principais lançamentos:

🌟 Suportes de Acrílico Individuais (Acrylic Stands)

Para quem ama destacar seus personagens favoritos na coleção, a Crux preparou 6 modelos diferentes de suportes de acrílico individuais. As peças trazem ilustrações belíssimas com o visual marcante do longa-metragem.

  • Preço: 2.420 ienes cada (impostos já incluídos).


🏛️ Suportes de Acrílico para Cenários (Dioramas)

Se você prefere algo mais elaborado e imersivo, a melhor opção são os suportes de cenário. São 2 modelos disponíveis que recriam ambientes e atmosferas do filme, funcionando como mini-dioramas incríveis para emoldurar os personagens.

  • Preço: 4.950 ienes cada (impostos já incluídos).


Muito mais na Crux Online!

Esses lindos acrílicos são apenas a ponta do iceberg. Muitos outros itens temáticos e colecionáveis do filme já estão disponíveis para reserva no site oficial da loja.

Para quem acompanha o mercado de colecionáveis japoneses, vale lembrar que os produtos da Crux costumam ser muito disputados e, por se tratar de uma pré-venda, garantir os seus itens o quanto antes é essencial para não ficar sem!

E você, o que achou desses valores e do visual dos novos produtos? Qual personagem não pode faltar na sua estante?

Fique de olho no blog para mais traduções, novidades e curiosidades sobre o universo de A Rosa de Versalhes!

Espero que tenham gostado!

 


 


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sexta-feira, 29 de maio de 2026

O porquê de ainda amarmos Lady Oscar: Uma conversa com Roberto Rosa Ilustrador Italiano e autor dos desenhos da série Na Ponta do Lápis.

Olá, amigos da Lady Oscar, Sejam Bem Vindos!

 

O site de Elena Romanello, o Lady Oscar 40 anni, trouxe uma deliciosa conversa com Roberto Rosa, ilustrador e autor dos desenhos da série Na Ponta do Lápis. Também é coautor da coluna O que disse Eurídice, no site História da Ditadura, ao lado de Natália Guerellus e Simeia dos Santos, sobre A Rosa de Versalhes — ou melhor, Lady Oscar, nome que a série de Ikeda ganhou na Europa para sua divulgação.

Nessa entrevista, Roberto fala por que amamos Lady Oscar. É longa, porém interessante, então decidi traduzir e trazer para cá, com os devidos créditos e agradecimentos a Elena Romanello, que disponibilizou essa preciosa conversa em seu site. Bem, segue a tradução na íntegra; o texto original está no site de Elena, o link está logo acima.

As entrevistas de Roberto Rosa com vários personagens ligados ao mundo de Oscar são ora tocantes, ora de rolar no chão de tanto rir, e todas muito bonitas. Mas, desta vez, Roberto lançou uma flecha direto ao nosso coração, partindo de um princípio: Por que não conseguimos deixar A Rosa de Versalhes?


“Por que não conseguimos deixar A Rosa de Versalhes?” (Artigo Traduzido).

Entrevistei a todos. Um rifle que não queria matar. Uma espada que sentia a raiva de sua dona. Um rei jovem demais para ser rei. Uma mulher criada como homem. Um homem que amou por toda a vida sem ser visto. Até o Ódio. Até a Morte. Até o Destino.

E, a cada vez, pensava ter compreendido algo. Depois, uma noite, voltando de Versalhes, parei diante da tela desligada do computador. Silêncio. Nenhuma voz. Nenhum fantasma. Nenhuma entrevista. E ali compreendi uma coisa terrível. Talvez o personagem mais difícil de entrevistar... sejam vocês.

Vocês que, depois de quarenta anos, ainda estão aqui.

Vocês que riem de Girodelle. Que sofrem por André. Que se zangam com Oscar. Que odeiam Fersen... ou que o compreendem. Vocês que conhecem certas cenas de cor. Vocês que dizem “Lady Oscar” e não “Versailles no Bara”, porque para nós sempre será assim. Lady Oscar.

Então, hoje não entrevistarei a eles. Hoje entrevistarei vocês.

Sabe, quando comecei estas entrevistas impossíveis, pensava que fosse apenas um jogo. Um modo elegante, nostálgico, talvez até um pouco louco, de voltar a falar de personagens que nos acompanharam na infância. Pensava em escrever alguns diálogos divertidos, alguma reflexão melancólica, algumas piadas irônicas sobre Versalhes, sobre as perucas, sobre os dramas sentimentais e sobre os olhares eternamente trágicos de André Grandier.

E, no entanto, não. Quanto mais eu avançava... mais me dava conta de que aquelas entrevistas estavam se tornando outra coisa. Porque, a certa altura, os personagens deixaram de ser personagens. Tornaram-se espelhos. E foi uma descoberta inquietante. Porque, quando você olha de verdade para dentro de Lady Oscar... mais cedo ou mais tarde, acaba olhando para dentro de si mesmo.

E então comecei a me fazer perguntas. Por que continuamos a voltar lá? Por que, após décadas, basta uma trilha sonora, uma cena, uma frase, e de repente nos sentimos crianças novamente? Por que certas imagens ainda nos machucam? Por que certos diálogos parecem falar mais aos adultos de hoje do que aos jovens de outrora?

Talvez porque Lady Oscar nunca tenha sido apenas um anime. Não.

Lady Oscar foi uma ferida emocional elegantemente vestida. Com as rosas ao redor. Com a música pungente. Com os olhos brilhantes escondidos atrás de um uniforme militar. E todos nós caímos nessa.

Pensávamos que estávamos assistindo a uma história sobre a Revolução Francesa... e, no entanto, estávamos assistindo a nós mesmos crescendo.

Oscar não é apenas Oscar. Oscar é o sentir-se inadequado. É o não saber onde se colocar no mundo. É sentir-se duro demais para ser frágil... e frágil demais para continuar a ser duro. É o medo de decepcionar quem nos criou. É o peso das expectativas. É o dever que esmaga o desejo. É a sensação de não pertencer completamente a lugar nenhum.

E digam-me uma coisa... quem de nós nunca se sentiu assim pelo menos uma vez? Quem nunca teve a sensação de estar interpretando um papel? Quem nunca se olhou no espelho pensando: "Mas quem sou eu de verdade?"

Oscar lutava com a espada. Nós lutamos com a vida cotidiana. Mas o sentido, talvez, seja o mesmo.

E então temos o André. André Grandier... Vocês sabem qual é a coisa mais extraordinária sobre o André? É que por anos, quando éramos jovens, quase não nos dávamos conta dele. Porque todos olhavam para a Oscar. E ele estava lá. Sempre. Silencioso. Presente. Leal. Como aquelas pessoas que na vida nos amam de verdade... mas que compreendemos tarde demais.

André é o amor que espera. É o amor que não exige. É o amor que sofre em silêncio. É aquela pessoa que fica mesmo quando teria mil motivos para ir embora. E talvez o motivo pelo qual o André doa tanto quando somos adultos... é que, ao crescer, percebemos o quão raro é encontrar alguém assim.

Quando jovens, queríamos ser amados como a Oscar. Como adultos, compreendemos a dor de ser o André.


E então digam-me... quantos Andrés vocês perderam em suas vidas sem perceber? Quantas pessoas amaram vocês em silêncio enquanto vocês olhavam para outro lado? Quantas vezes os Andrés foram vocês?

Porque Lady Oscar teve a coragem de contar uma coisa terrível: às vezes só compreendemos o amor quando estamos prestes a perdê-lo. E isso, meus senhores... não é fantasia. É a vida.

E então chega o Fersen. O Conde de Fersen... o homem que fez gerações inteiras de fãs discutirem. Para alguns, ele é romântico. Para outros, é um "bacalhau seco" de cabelos loiros. Para alguns, é o grande amor impossível. Para outros, é o símbolo da ilusão.

Mas sabem o que eu penso? Penso que Fersen representa algo que todos nós já vivemos: o amor inalcançável. Aquela pessoa que idealizamos. Aquela que não vemos de verdade. Aquela sobre quem projetamos os nossos sonhos. Aquela que perseguimos mesmo sabendo que provavelmente não nos fará felizes.

Fersen é o "se ao menos..." E os "se ao menos" são perigosos. "Se ao menos ela tivesse me amado." "Se ao menos eu tivesse compreendido antes." "Se ao menos tivesse sido diferente."

Mas a vida não vive nos "se ao menos". A vida vive nos "tarde demais". E é aí que Lady Oscar golpeia sem piedade. Porque quase todos os seus personagens chegam tarde. E é isso que torna a sua história tão pungente...

É isso que nos leva a enxugar as lágrimas, mesmo já tendo passado dos cinquenta anos, enquanto revemos pela enésima vez a Oscar vagando desesperada na noite terrível entre 13 e 14 de julho...

Tarde demais para compreender. Tarde demais para falar. Tarde demais para amar. Tarde demais para se salvar.

E, no entanto, eles continuam a seguir em frente. E talvez seja exatamente isso que nos comove: a humanidade deles. Até mesmo Maria Antonieta. Sim, até ela. Porque, ao crescer, você entende que ela não era apenas "a rainha frívola". Era uma garota enviada a um país estrangeiro aos quinze anos. Uma mulher forçada a ser um símbolo antes mesmo de se tornar uma pessoa. Uma mãe. Uma esposa. Uma mulher solitária em meio a uma corte cheia de máscaras.

E então, de repente, você deixa de ver os personagens como heróis ou vilões. Você os vê como humanos. Jeanne não é apenas maldade. Robespierre não é apenas loucura. Luís XVI não é apenas fraqueza. Girodelle não é apenas vaidade. São seres humanos cheios de contradições. Como nós.

E talvez a verdadeira obra-prima de Lady Oscar tenha sido justamente esta: ter nos ensinado que ninguém é apenas uma coisa. Oscar é forte... mas frágil. André é doce... mas cheio de uma raiva contida. Maria Antonieta é superficial... mas também desesperadamente humana. Alain é brutal... mas capaz de amar. Rosalie é gentil... mas capaz de odiar. Jeanne é cruel... mas nasce da dor.

E nós? Quantas máscaras nós temos?

Porque vejam... ao crescer, descobre-se uma coisa terrível: os adultos não entenderam nada. Quando crianças, pensávamos que os adultos sabiam quem eram. Depois você cresce. E descobre que todo mundo improvisa. Que todo mundo tem medo. Que todo mundo busca desesperadamente alguém que diga: "Está tudo bem. Você não está errado."

Oh, sim... E então talvez eu compreenda por que Lady Oscar ainda nos acompanha. Porque ela não nos tratava como tolos. Falava-nos de morte. De política. De desejo. De injustiça. De classes sociais. De sacrifício. De identidade. De solidão. E fazia isso quando éramos pequenos demais para nos darmos conta. Mas aquelas coisas ficavam ali. Dentro de nós. Como sementes. E um dia germinavam. Talvez aos quarenta anos. Talvez diante de uma cena revista por acaso na internet. Talvez ouvindo "Ai shite mo..." ao fundo enquanto se lava a louça.

E de repente você se pega estático. Com os olhos marejados. Perguntando-se o porquê. Por que ainda dói tanto?

Eu creio ter compreendido. Porque Lady Oscar fala sobre o fim da inocência. Todos, naquela história, perdem alguma coisa. Oscar perde a possibilidade de viver uma vida simples. André perde o tempo. Maria Antonieta perde o trono. Fersen perde o amor. A França perde a si mesma. E nós... perdemos a ilusão de que crescer significa ser feliz.



E no entanto, paradoxalmente, essa história nos consola. Porque nos diz: "Você não está sozinho." Oscar também tinha medo. André também sofria. Alain também se sentia inútil. Rosalie também se sentia perdida. E então nos sentimos compreendidos. Mesmo hoje. Mesmo agora.

E é incrível, sabem? Porque estamos falando de personagens desenhados. Desenhos. Celuloide. Cores. E, no entanto, certas pessoas reais nunca nos compreenderam tanto quanto eles. Talvez porque a ficção, às vezes, seja mais sincera que a realidade.

Eu me dei conta disso enquanto escrevia as entrevistas impossíveis. No início, queria fazer sorrir. Depois, comecei a escavar. E, escavando, percebi que dentro daqueles personagens havia temas imensos. O medo de ser esquecido. O medo de não ser amado. O medo da mudança. O medo do tempo.

Ah... o tempo. Vocês sabem qual é o personagem mais cruel de Lady Oscar? Não é a morte. É o tempo. Porque o tempo sempre chega. Chega para Oscar, que finalmente compreende André quando a revolução já os está devorando. Chega para Maria Antonieta, que compreende o povo tarde demais. Chega para Fersen, que perde tudo.

Chega para nós. Porque um dia você se olha no espelho... e se dá conta de que não é mais o menino ou a menina que assistia a Lady Oscar na televisão. E então uma melancolia estranha te abraça. Porque você entende que está se tornando a geração que conta a história. Aquela que diz: "Quando eu era pequeno, assistia a Lady Oscar."

E ali acontece algo incrível. Porque Lady Oscar deixa de ser um desenho animado. Torna-se memória. Torna-se identidade. Torna-se parte da sua vida. E talvez seja por isso que nós, fãs, somos tão envolvidos emocionalmente. Porque não defendemos apenas uma obra. Defendemos uma parte de nós mesmos.

Defendemos as emoções que sentimos. As noites passadas imaginando finais diferentes. As discussões infinitas sobre Oscar e André. As lágrimas escondidas durante o último episódio. As paixões da adolescência. As identificações. Defendemos o fato de que aquela história nos mudou.


E sabem de uma coisa? Não há nada de ridículo nisso. O mundo moderno nos convenceu de que se emocionar é infantil. Que ser apaixonado é tolice. Que chorar por personagens é excessivo. Eu não acredito nisso. Nem um pouco. Porque as histórias servem exatamente para isto: para nos salvar. Para nos dizer quem somos. Para nos fazer sentir menos sós.

E Lady Oscar fez isso. Para milhões de pessoas. Em silêncio. Por décadas. E é incrível pensar que uma mulher japonesa tenha pegado a Revolução Francesa... e criado algo que ainda hoje fala ao coração de pessoas nascidas do outro lado do mundo. Isso significa que os sentimentos humanos não têm época. Não têm nacionalidade. Não têm tempo.

Amar é amar. Perder é perder. Sofrer é sofrer. E buscar a si mesmo... é uma batalha eterna.

Talvez seja por isso que Oscar continue a viver. Porque Oscar não é perfeita. É cheia de erros. É confusa. Teimosa. Emocionalmente lenta. Às vezes, até egoísta. E, no entanto, verdadeira. Terrivelmente verdadeira. E nós a amamos justamente por isso. Porque ver alguém forte desabar... nos dá a permissão de desabar também.

E o André? André nos ensina algo que o mundo de hoje esqueceu: que a doçura não é fraqueza. Que ser gentil exige coragem. Que ficar ao lado de alguém nos piores momentos é um ato heróico. Hoje, todos querem vencer. André, não. André queria amar. E talvez seja por isso que ele continua a partir os nossos corações.

Porque o mundo moderno produz muitos Fersens... mas pouquíssimos Andrés.

E depois há eles: os personagens secundários. Aqueles que aparentemente ficam em segundo plano. Alain, Rosalie, Bernard, Girodelle, a Vovó Grandier. Sabem por que funcionam tão bem? Porque parecem reais. A Vovó Grandier, com as suas paneladas e a sua sabedoria popular, parece ter saído de uma família de verdade. Alain parece um daqueles homens zangados que, no fundo, têm um coração enorme.

E Girodelle... ah, Girodelle. Rimos dele. Mas digam-me a verdade: quantos Girodelles existem hoje? Pessoas que transformam a aparência em armadura. Pessoas que sorriem sempre... porque não querem mostrar as suas próprias fragilidades. E então, de repente, até o personagem mais vaidoso se torna humano.

E é aí que você compreende a grandeza desta obra. Ninguém é realmente esquecido. Nem mesmo os coadjuvantes. Todos deixam algo. Até uma camisa branca. Até uma espada. Até um par de botas. E é absurdo, maravilhosamente absurdo. Porque apenas quem ama de verdade uma história chega a dar alma até mesmo aos objetos. Mas talvez o amor seja justamente isto: dar vida às coisas que fizeram o nosso coração bater mais forte.



E então chego à pergunta mais difícil. Por que nós, depois de tanto tempo... ainda não conseguimos deixar Versalhes? Vocês já pensaram nisso de verdade? Por que sempre voltamos lá? Por que relembremos, revemos, reescrevemos, comentamos, discutimos? Por que ainda criamos teorias? Por que defendemos os personagens como se fossem amigos reais? Por que nos emocionamos diante de cenas que conhecemos de cor?

Por quê?

Eu creio que Versalhes, na realidade, não seja um lugar. É um estado emocional. Versalhes é o lugar onde deixamos uma parte de nós. A parte que sonhava com grandes amores. A parte que acreditava na intensidade absoluta. A parte que tinha medo de crescer. A parte que queria ser compreendida.

E então continuamos a voltar lá. Não por nostalgia do passado, mas por nostalgia daquilo que éramos. E talvez não haja nada de errado nisso. Talvez certas histórias não sirvam para ser superadas. Servem para nos acompanhar. Como velhos amigos. Como belas cicatrizes. Como cartas que nunca foram enviadas.

E então hoje, pela primeira vez, depois de todas estas entrevistas impossíveis... quero fazer algo diferente. Não quero encerrar o assunto. Porque agora é a vez de vocês. Sim, exatamente vocês. Vocês que estão lendo. Vocês que amaram esta história. Vocês que, quem sabe, sofreram por ela. Vocês que ainda hoje sentem um nó na garganta quando veem Oscar e André sob o céu da Bastilha.

Agora quero ouvir vocês. Então, digam-me... Quem são vocês de verdade dentro de Lady Oscar?

  • Vocês são a Oscar? Sempre fortes por fora... e cheios de dúvidas por dentro?

  • Vocês são o André? Capazes de amar em silêncio até se consumirem?

  • Vocês são o Alain? Zangados com o mundo, mas desesperadamente humanos?

  • Vocês são a Rosalie? Em busca de um lugar no mundo?

  • Vocês são o Fersen? Aprisionados em um amor impossível?

  • Vocês são a Maria Antonieta? Pessoas que buscam a felicidade enquanto tudo ao redor desaba?

  • Ou vocês são o Girodelle... e escondem as suas fragilidades atrás de um sorriso elegante?

Quem machucou mais vocês? Quem vocês amaram mais? Quem vocês odiaram... mas passaram a compreender ao crescer? Qual cena vocês ainda não conseguem assistir sem se emocionar? Existe um personagem que hoje vocês veem de forma diferente de quando eram jovens? E, acima de tudo... qual é a frase, o momento, o gesto que fez vocês perceberem que Lady Oscar não era apenas um anime?

Eu deixo estas perguntas para vocês. Porque, depois de ter ouvido a todos eles... talvez a resposta mais importante ainda esteja faltando. A de vocês.

(Monsieur Roberto fecha lentamente o caderno.)

Pela primeira vez... nenhum fantasma fala. Nenhuma porta se abre. Nenhuma voz emerge das sombras. Apenas o silêncio. Porque agora... é a vez de vocês falarem.

Nota final do blog: O que dizer? Eu talvez seja um pouco Rosalie, uma personagem que reavaliei muito com o tempo, porque ela permanece para lembrar e porque amará a Oscar por toda a sua vida. Entendi imediatamente que Lady Oscar era algo completamente diferente em comparação a outros animes, e continua sendo. E não me canso de revê-la, relê-la e escrever sobre ela. Entre mil emoções e lembranças, mas também uma vida para continuar a viver juntos...

Fim.



Enfim, vamos ao comentários:


 Aqui está uma proposta de comentário profundamente analítico, inteligente e com um toque pessoal e apaixonado para você publicar no seu blog. Ele foi estruturado de forma a dissecar a sensibilidade do texto do Roberto Rosa, intercalando com as suas visões e culminando na sua identificação definitiva com a Oscar.

O texto de Roberto Rosa não é apenas uma homenagem nostálgica; é uma autópsia psicológica e filosófica do motivo pelo qual A Rosa de Versalhes permanece viva e dolorosamente atual em nós. Abaixo, analiso os pontos mais brilhantes desse texto, trazendo minhas próprias percepções sobre essa obra que transcende o tempo.

Quando Roberto diz que entrevistou desde um "rifle que não queria matar" até "o Destino", ele toca no realismo mágico da obra de Riyoko Ikeda. Em Lady Oscar, os objetos têm peso dramático. A espada de Oscar não é apenas metal; é o prolongamento de sua angústia e de sua submissão ao dever. O rifle não é só uma arma; é o estopim da quebra de paradigmas quando o exército se recusa a atirar no povo. Entrevistar o Ódio, a Morte e o Destino é reconhecer que os verdadeiros antagonistas da série não são pessoas (nem mesmo Jeanne ou a Condessa du Barry), mas sim forças invisíveis e implacáveis da história e da própria vida.


O "Tarde Demais" e a Ferida Emocional

"A vida não vive nos 'se ao menos'. A vida vive nos 'tarde demais'."

Essa frase do Roberto é devastadora e cirúrgica. Lady Oscar nos ensina, de forma brutal, o preço da lentidão emocional. Quase todos os personagens centrais sofrem da tragédia do tempo:

  • Oscar descobre e aceita o amor de André quando a saúde já lhe escapa e a revolução bate à porta.

  • Maria Antonieta descobre a realidade de seu povo quando o trono já está desmoronando.

  • Fersen entende a profundidade do que perdeu quando a rainha já está trancafiada.

O autor define a série como uma "ferida emotiva elegantemente vestida". É exatamente isso. Nós fomos atraídos pela beleza dos bailes, pela imponência das fardas brancas, pelos traços impecáveis e pela trilha sonora majestosa, apenas para sermos atingidos por um drama humano cru sobre perda, solidão e sacrifício. É por isso que não é um anime comum: ele não nos subestima.

A Redenção dos Coadjuvantes: O Caso Girodelle

Achei fantástica a menção ao Girodelle. Na juventude, muitos fãs o viam apenas como um rival arrogante ou um obstáculo entre Oscar e André. Mas, ao crescer, a perspectiva muda. Girodelle usa a etiqueta, a vaidade e o sorriso aristocrático como uma armadura para esconder suas próprias fragilidades. Quando ele desiste de desposar Oscar por respeito à dignidade e aos sentimentos dela, ele demonstra uma nobreza que poucos têm. Como bem disse Roberto, todos nós já fomos Girodelle alguma vez: vestindo uma máscara de orgulho para esconder o gosto amargo de um amor não correspondido.

Roberto pontua que o mundo moderno produz muitos Fersens (pessoas focadas em amores idealizados, inalcançáveis e egoístas) e pouquíssimos Andrés. André Grandier representa o oposto do cinismo materialista de hoje. Ele é o amor que não exige posse, que apoia em silêncio, que caminha um passo atrás não por submissão, mas por pura lealdade protetora. É por isso que o sofrimento dele nos corta o coração na idade adulta: passamos a entender o quão raro e precioso é encontrar um afeto tão puro e incondicional em um mundo tão efêmero.

A Resposta à Pergunta de Roberto: A Oscar que Vive em Mim



Ao final, Roberto Rosa fecha seu caderno e faz a pergunta de um milhão de dólares: "Quem são vocês de verdade dentro de Lady Oscar?"

Se no encerramento do post original eu me inclinei em direção à Rosalie pela sua capacidade de lembrar e guardar a memória, ao analisar profundamente a essência da alma, eu preciso ser honesta comigo mesma e com o meu espelho: a personagem que vive em mim é a Oscar.

Não digo isso por vaidade ou pela imponência do uniforme, mas pelas suas contradições mais íntimas. Viver como Oscar é carregar o fardo de ser eternamente forte por fora enquanto se está cheia de dúvidas, tempestades e fragilidades por dentro. É sentir o peso esmagador das expectativas dos outros sobre os nossos ombros, o medo constante de decepcionar quem nos criou ou quem confia em nós, e aquela sensação incômoda de, às vezes, não se encaixar perfeitamente em lugar nenhum.

Oscar é o equilíbrio tenso entre a rigidez do dever e a urgência do desejo. Ela é o escudo contra o cinismo do mundo. Identificar-se com ela significa entender que podemos desabar, chorar na escuridão da noite, nos sentirmos perdidos... e, ainda assim, levantar no dia seguinte, empunhar a espada e lutar as batalhas cotidianas da vida com dignidade e paixão.

E vocês, meus queridos leitores? Diante de tudo o que foi dito... quem habita o coração de vocês em Rosa de Versalhes?


Espero que tenham gostado! 
 



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quinta-feira, 28 de maio de 2026

Peça teatral na Alemanha une Doctor Who e A Rosa de Versalhes.🎭🎶✨


Olá, queridos amigos da Lady Oscar, Sejam Bem Vindos!




Desde 2009, a cidade de Düsseldorf sedia anualmente o DoKomi, considerado o principal festival em solo alemão voltado a games, cosplay, J-pop, mangás, animes e toda a riqueza da cultura pop japonesa. A celebração ganhou tanta força que os antigos dois dias de evento viraram três a partir de 2023. E a grande surpresa reservada para a edição deste ano promete deixar todo mundo de queixo caído: uma apresentação teatral unindo, em um crossover inédito, os universos de DOCTOR WHO e A Rosa de Versalhes. É isso mesmo que você leu!🎭


Se bateu a curiosidade para entender como essa mistura vai funcionar na prática, confira logo abaixo o conteúdo oficial que o próprio evento divulgou para explicar a ideia:



🎭 Apresentando o espetáculo: “Doctor Who - A Rosa de Versalhes”


Um Senhor do Tempo errante, um comandante em conflito e uma revolução à beira do caos.

Quando a TARDIS aterrissa na França do século XVIII, o Doutor e Donna encontram não apenas ideais revolucionários, mas também Lady Oscar, dividida entre o dever e a emoção. Linhas temporais começam a ruir, a própria realidade está em jogo e dois seres misteriosos intervêm no destino da França com poder divino.

Vivencie o musical crossover único da Serenata, com vocais ao vivo poderosos, figurinos deslumbrantes e coreografias cativantes. Uma história repleta de drama, suspense e emoção, com espaço para risadas atrás de elegantes leques. 🎶✨

📍 Palco Preto
🗓️ Sábado
🕦 12:00"


Essa mistura é, sem dúvidas, uma das coisas mais inesperadas e geniais dos últimos tempos! À primeira vista, parece uma loucura completa juntar a ficção científica britânica de viagem no tempo com o drama histórico, a elegância e o romance clássico da Revolução Francesa. Mas, se pararmos para pensar, faz um sentido brilhante: o Doutor vive viajando para diferentes períodos da história na TARDIS, então a possibilidade de a cabine pousar na França do século XVIII e o Doutor esbarrar em Versalhes é uma aventura que caberia perfeitamente em um episódio da série!

Essa união tem tudo para entregar um contraste incrível no palco, misturando a tecnologia e a excentricidade de Doctor Who com o traço dramático, a dramaticidade e a beleza visual de A Rosa de Versalhes. É o tipo de ousadia que só um grande festival como o DoKomi consegue proporcionar para os fãs.

Espero ver algum vídeo dessa apresentação que promete ser incrível!

Espero que tenham gostado! 
 



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O Match Perfeito! Os Chocolates de 'A Rosa de Versalhes' que São Uma Obra de Arte.🌹✨

Olá, queridos amigos da Lady Oscar, Sejam Bem Vindos!

Se você é fã de mangás clássicos ou simplesmente ama embalagens de doces criativas, prepare o coração (e o estômago)! A famosa marca japonesa de doces Glico lançou uma colaboração de dar água na boca com o lendário mangá A Rosa de Versalhes (ベルサイユのばら), de Riyoko Ikeda.

As imagens incríveis dessa coleção foram divulgadas pelo portal japonês de entretenimento e estilo de vida Walkerplus, e o resultado dessa parceria ficou simplesmente espetacular.



Embalagens Dramáticas e Apaixonantes

Esqueça as caixas de bombom comuns. Essa coleção foi feita para a linha de biscoitos recheados Bitte (ビッテ) e traz os personagens mais icônicos da história da Revolução Francesa estampados de forma dramática:

  • As Caixas: É possível encontrar edições especiais estampadas com a elegância de Marie Antoinette, a imponência de Oscar François de Jarjayes e o romantismo de André Grandier.

  • O Charme dos Detalhes: De acordo com os registros do Walkerplus, a melhor parte está nos pacotes individuais dentro da caixa! Cada um deles ilustra cenas e clichês clássicos dos romances dramáticos (e dos Shoujos Mangás), como o famoso "Kabedon" (aquela prensada clássica na parede), olhares fatais e momentos de "carregar no colo estilo princesa". É aquele tipo de embalagem que dá até pena de jogar fora!


Mas e o doce, como é?

Para quem não conhece, o Bitte da Glico é um biscoito do tipo sanduíche, muito crocante, recheado com um creme leve e totalmente coberto por uma camada generosa de chocolate de alta qualidade. Ele é conhecido no Japão como o acompanhamento perfeito para uma xícara de café ou chá da tarde — algo que a própria realeza de Versalhes certamente aprovaria!



Um Item de Colecionador

Essa não é a primeira vez que o Japão nos surpreende transformando lanches cotidianos em itens de colecionador, mas a expressividade e o drama característicos de A Rosa de Versalhes combinados com o chocolate Bitte criaram o equilíbrio perfeito entre o humor, a nostalgia e o sabor.

Pelo que me lembro, esse já é um lançamento antigo de alguns anos atrás, mas, pelo visto, ele apareceu novamente nas redes e portais de notícias! De qualquer modo, parece ser uma nova edição.

Quem aí também ficou com vontade de tomar um café da tarde digno da corte francesa com esses biscoitos? Conta aqui nos comentários qual embalagem você guardaria para sempre! 🌹✨

Créditos das imagens de divulgação: Walkerplus (Japão).


Espero que tenham gostado! 
 



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quarta-feira, 27 de maio de 2026

🎨 Parabéns, Valentina P. Jensen! Celebrando a arte inspirada em Lady Oscar

Olá, queridos amigos da Lady Oscar, Sejam Bem Vindos!

 



 Hoje é um dia especial para o fandom de Lady Oscar! Graças ao maravilhoso site italiano Lady Oscar 40 Anni, administrado pela minha querida amiga Elena Romanello, fiquei sabendo que hoje, 27 de maio, é o aniversário da talentosíssima artista Valentina P. Jensen.

Para quem ainda não conhece o trabalho dela, Valentina é uma artista incrível que se dedica a criar ilustrações e pinturas belíssimas inspiradas na nossa eterna Rosa de Versalhes. É o tipo de arte que transborda paixão e respeito pela obra original.



Destaque no Concurso Una Rosa a Torino 🌹

O talento de Valentina não passa despercebido. Ela foi uma das participantes da edição de 2024 do prestigiado concurso Una Rosa a Torino, onde competiu com três obras verdadeiramente esplêndidas. Ver a nossa amada Oscar retratada com tanta sensibilidade é sempre um presente para os fãs.

"A arte de Valentina consegue capturar a essência, a força e a melancolia de Oscar de uma forma única." 

No site da Lady oscar 40 anni temos alguns de seus trabalhos 

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Olá, queridos amigos da Lady Oscar, Sejam Bem Vindos!





Fica aqui a nossa homenagem!

Desejamos a você, Valentina, um feliz aniversário repleto de inspiração! Que o seu caminho seja cheio de luz e que você colha muito sucesso em seus próximos projetos artísticos. O mundo precisa de mais cores e de mais homenagens à nossa capitã.


E você, já conhecia as artes da Valentina? Deixe um comentário abaixo dando os parabéns para ela!


Pessoal, peço desculpas porque o post de hoje acabou saindo bem tarde! Tivemos alguns probleminhas técnicos nos bastidores, mas felizmente já foi tudo resolvido e o blog segue a sua programação normal. Obrigada pela paciência de sempre! 🌹


Espero que tenham gostado! Um belíssimo feriado a todos vocês amigos da Lady Oscar.


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