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sexta-feira, 3 de abril de 2026

Por que as "heroínas que se vestem de homem" são tão populares? A profundidade humana que Oscar, de "A Rosa de Versalhes", "Hana-Kimi" e "Ouran High School Host Club", têm em comum. (Artigo Traduzido).

Olá, queridos amigos da Lady Oscar, sejam bem vindos!

 



Olá, pessoal! Para quem acompanha o blog, não é segredo que eu adoro as análises do jornalista e colunista Dekai Penguin (でっかいペンギン). Já traduzi diversos artigos dele por aqui, pois ele sempre traz perspectivas muito sensíveis e detalhadas sobre os nossos mangás e animes favoritos.

Desta vez, trouxe um texto onde ele explora o fascínio por trás de personagens icônicas que marcaram gerações, como a nossa eterna Oscar de Jarjayes (A Rosa de Versalhes), além de Mizuki Ashiya (Hana-Kimi) e Haruhi Fujioka (Ouran Host Club). O foco da análise é entender por que essas heroínas, ao escolherem viver em trajes masculinos, tornam-se tão amadas — revelando que o verdadeiro charme delas vai muito além do disfarce, vindo da sua força e integridade como seres humanos.




✍️ Nota sobre a tradução:

Gostaria de compartilhar que eu mesma realizei a tradução deste conteúdo. Como muitos de vocês sabem, sou estudante de japonês básico pelo método Kumon, então ainda estou no início da minha jornada com o idioma! Para conseguir trazer este artigo para vocês, contei com o auxílio do Google Tradutor para refinar o sentido das frases mais complexas.

Aos leitores que dominam o japonês: Se você notar qualquer erro de interpretação ou termo que possa ser melhor ajustado, por favor, me avise nos comentários! Ficarei muito feliz em corrigir e aprender com a ajuda de vocês para deixar o post o mais fiel possível ao original.

Espero que gostem da leitura e que essas reflexões sobre o "jeito de ser" dessas personagens inspirem vocês tanto quanto me inspiraram! Segue a tradução:


(Atenção: este artigo contém spoilers das obras mencionadas)


Por que a "heroína em trajes masculinos" é tão popular? A profundidade humana comum a Oscar de 'Berubara', 'Hana-Kimi' e 'Host Club'

As heroínas dos mangás shojo possuem diversos tipos de protagonistas: há a garota moleca que se apaixona enquanto briga com os meninos, ou a estudante tímida que cultiva discretamente o amor com o herói. Entre elas, existem as "heroínas em trajes masculinos" que, tendo escolhido o caminho de viver como "homens" em vez de mulheres, ganharam popularidade entre os bonitões da obra e conquistaram a posição definitiva de serem amadas por todos. Por que elas, que ousaram selar o jogo de sedução e as chamadas "armas femininas" que tantas mulheres almejam, foram tão cobiçadas pelos personagens masculinos?

Desta vez, vamos relembrar as razões pelas quais elas foram amadas por muitos homens não como "mulheres", mas como um único ser humano, e o charme especial exclusivo das heroínas de trajes masculinos.

※ Este artigo contém detalhes do conteúdo de cada obra.

■ A nobreza de viver como uma companheira de armas em quem se pode confiar: Oscar François de Jarjayes de 'A Rosa de Versalhes'



Ao pensar na pioneira das belas heroínas em trajes masculinos, muitos provavelmente se lembram de 'A Rosa de Versalhes', de Riyoko Ikeda. Esta obra é o monumento do romance histórico, serializada na "Weekly Margaret" da Shueisha (atualmente "Margaret") entre 1972 e 1973.

Tendo como pano de fundo a era turbulenta às vésperas da Revolução Francesa, é uma obra-prima que retrata o destino peculiar da Rainha Maria Antonieta e a vida nobre de Oscar François de Jarjayes, a "mulher vestida de homem" que, embora nascida como a filha caçula da família de generais Jarjayes, foi criada como um "filho".

Nesta obra, embora Oscar seja uma bela mulher por baixo da aparência, ela é profundamente amada pelos homens ao seu redor como um "ser humano de alto orgulho". A razão pela qual ela atraiu tanto as pessoas é, provavelmente, porque obteve a confiança como uma "companheira de armas em quem se pode confiar as costas", lutando juntos com a espada e arriscando a vida.

De fato, ao reler a obra, percebe-se que André Grandier, seu amigo de infância, e todos os homens que a amaram, estão apaixonados pela nobreza e pela força do espírito independente de Oscar. Eles também são fortemente atraídos por sua figura digna ao cumprir seus deveres como militar.

No entanto, por outro lado, também se nota a hesitação em viver completamente como um homem, como ao derramar lágrimas secretamente por um amor não correspondido por Hans Axel von Fersen ou ao vestir um vestido como mulher apenas uma vez. Enquanto possui a nobreza de viver como militar, há a delicadeza e a fragilidade de ser mulher que mostra ocasionalmente. Pode-se dizer que esse contraste (gap) foi justamente o que agarrou o coração dos homens ao redor e de nós, leitores.



■ A "devoção altruísta" que derreteu corações: Mizuki Ashiya de 'Hana-Kimi'



'Hana-Kimi' (Hanzakari no Kimitachi he), de Hisaya Nakajo, é uma comédia romântica escolar de grande sucesso publicada entre 1996 e 2004. A história começa quando Mizuki Ashiya, criada nos EUA, finge ser um rapaz para se transferir para a Academia Osaka, um internato masculino, com o objetivo de incentivar seu ídolo do salto em altura, Izumi Sano, a voltar a saltar.

Mizuki acaba dividindo o quarto com Sano e, embora ele perceba rapidamente que ela é mulher, decide guardar o segredo. O motivo de Mizuki ser amada por Sano, pelo jogador de futebol Shuichi Nakatsu e outros belos rapazes é que seu objetivo não era "namorar quem gosta", mas o desejo puro de "ver Sano saltar novamente".


Não era um jogo de amor; foi sua "devoção altruísta" — a ponto de esconder o próprio gênero para apoiá-lo — que derreteu o coração de Sano, fechado por traumas passados. Mizuki encanta pela total ausência de segundas intenções. Ela se adapta ao ritmo da escola masculina e possui uma "proximidade" natural, rindo e abraçando os amigos sem hesitação.

No entanto, a feminilidade que escapa em certos momentos e o frio na barriga de que sua identidade possa ser revelada estimulam o instinto de proteção dos heróis. Essa situação peculiar, que oferece o conforto de um "melhor amigo" e o frio na barriga de um "interesse romântico" ao mesmo tempo, é a razão do sucesso dessas heroínas.


■ O charme humano de Haruhi Fujioka de 'Ouran Host Club' reside em sua afirmação direta de que o interior é o que importa

'Ouran High School Host Club', de Bisco Hatori, é uma comédia popular publicada entre 2002 e 2010. Haruhi Fujioka, uma plebeia bolsista em uma escola de elite, acaba quebrando um vaso de 8 milhões de ienes do "Host Club" e, para pagar a dívida, passa a trabalhar como um dos anfitriões, escondendo seu sexo biológico.

Haruhi é extraordinariamente popular entre os membros do clube, incluindo o presidente Tamaki Suoh, devido à sua "postura de total indiferença a gênero ou status social". Haruhi não se deixa levar por palavras doces ou pelo tratamento de princesa. Ao afirmar que "homem, mulher ou aparência não importam; o que importa é o interior", sua atitude sensata foi refrescante e chocante para eles.

Ao reler a obra, percebe-se o quão especial a presença de Haruhi era para os membros do Clube de Anfitriões, que estavam acostumados a receber tratamento diferenciado. A disposição de Haruhi em tratá-los como "pessoas comuns", sem se prender a vaidades ou circunstâncias familiares, tornou-se a maior fonte de conforto para eles.




Como tratá-la de forma especial por ser mulher era ineficaz, os membros do clube se esforçaram para "de alguma forma fazê-la vê-los como homens" e, como resultado, todos foram conquistados por seu charme descontraído. É esse charme humano, que transcende até mesmo o gênero, que certamente é o motivo pelo qual ela é tão amada.


As três mulheres apresentadas aqui possuem belas aparências, então pode-se dizer que ficam bem em roupas masculinas. Contudo, ao analisarmos suas ações, percebemos que a fonte de seu encanto não reside em sua "aparência", mas em seu "jeito de ser como pessoas" — a força para enfrentar as dificuldades e a bondade para cuidar dos outros.

Seu modo de vida resiliente e belo, que pode ser considerado à frente de seu tempo, parece oferecer pistas para nós, que vivemos nos tempos modernos, sobre como viver de forma autêntica.


Enfim essa foi a tradução vamos aos comentários:


🧐 Análise Pessoal: Além do Uniforme e da Estética

O que mais me fascina na análise do Dekai Penguin é como ele desconstrói o clichê da "garota disfarçada". Muitas vezes, o senso comum foca apenas no visual ou no alívio cômico da situação, mas o autor nos lembra que, para personagens como Oscar, Mizuki e Haruhi, o traje masculino não é um acessório, mas uma lente que revela quem elas são de verdade.

No caso da Oscar, que é a nossa grande referência, o artigo toca em um ponto sensível: a "companheira de armas". Em um mundo de privilégios e etiquetas vazias da corte, ela escolheu a integridade do campo de batalha. O "charme" que o autor menciona não é sobre ela parecer um homem, mas sobre ela ser uma mulher que se recusa a ser limitada por moldes. A vulnerabilidade que ela mostra ao chorar por Fersen ou ao vestir o vestido não a torna "fraca", mas sim uma personagem tridimensional que luta contra as expectativas de uma sociedade inteira.

Já em Hana-Kimi e Ouran, vemos uma evolução desse arquétipo para o campo da empatia. Mizuki e Haruhi não querem "vencer" os homens em seu próprio jogo; elas querem ser ouvidas e tratar os outros como iguais, sem o peso das formalidades de gênero. É revigorante notar que os heróis dessas histórias não se apaixonam por elas apesar do disfarce, mas sim por causa da liberdade e da honestidade que essa posição permite que elas expressem.

✨ Conclusão: A Beleza de ser Autêntica

Ao encerrar esta leitura, percebemos que o fio condutor que une Oscar, Mizuki e Haruhi é a coragem de habitar o próprio espaço, independentemente da roupa que vestem. Elas nos ensinam que a verdadeira nobreza não está no título que carregamos ou no papel que a sociedade nos impõe ao nascer, mas na força com que defendemos nossos ideais e na doçura com que cuidamos de quem amamos.

Talvez o motivo de sermos tão fascinados por essas "heroínas de trajes masculinos" seja o fato de que, no fundo, todas buscamos essa mesma liberdade: a de sermos julgadas não pelo nosso gênero ou aparência, mas pela coragem do nosso coração e pela profundidade da nossa alma.

Como bem diz o artigo, elas foram "precursoras do seu tempo", e hoje, continuam sendo bússolas para que possamos viver de forma autêntica, resiliente e, acima de tudo, bela.


Espero que tenham gostado! Daqui a pouco tem mais!

Um ótimo final de semana, para vocês amigos da Lady Oscar.
Feliz páscoa!



ady Oscar diz... Obrigada por sua visita! Volte sempre que quiser.

 


 

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Feliz aniversário Utena!!! 🌹 29 Anos de Revolução: O Legado de Shoujo Kakumei Utena.

Olá, queridos amigos da Lady Oscar, Sejam Bem Vindos!

 

Hoje, 2 de abril de 2026, celebramos os 29 anos da estreia de Shoujo Kakumei Utena. Mais do que um anime de vanguarda, ele é uma carta de amor moderna aos grandes épicos do passado, trazendo para os "dias atuais" (da década de 90) a chama da revolução.

Não há como falar de Utena sem citar sua maior inspiração: A Rosa de Versalhes (Versailles no Bara). A influência de Riyoko Ikeda corre nas veias desta obra. A própria Utena Tenjou é uma homenagem direta à Lady Oscar François de Jarjayes:

  • A Estética do Príncipe: Assim como Oscar, Utena é uma menina linda e forte que escolhe usar o uniforme masculino, desafiando as normas de gênero.

  • Magnetismo: Ambas possuem uma aura que atrai a todos ao redor. Utena, na Academia Ohtori, é admirada e desejada tanto por garotos quanto por garotas, espelhando a forma como as damas da corte de Versalhes se encantavam por Oscar.

  • fanart de minha autoria


A Simbologia das Rosas: Uma Homenagem Eterna

Se em Versailles no Bara a rosa representa a nobreza e a tragédia de Oscar e Maria Antonieta, em Utena ela se torna o centro de todo o ritual de duelo. As referências são constantes para homenagear essa flor:

  • O Emblema da Rosa: Cada duelista usa um anel com o selo da rosa, a "chave" para acessar o mundo da revolução.

  • O Duelo e a Fragilidade: A vida de um duelista na arena depende de uma rosa presa ao peito. Se as pétalas caírem, a batalha acaba. Isso simboliza que a força e a beleza (as características da rosa/Oscar) são o que sustenta a dignidade do indivíduo.

  • O Jardim de Anthy: A Noiva da Rosa cuida de um jardim imenso, reforçando que, para manter o sistema vivo, é preciso cultivar e, por vezes, sacrificar a própria liberdade.




29 Anos Quebrando a Casca do Ovo

Nascida em 1997, Utena pegou o espírito de luta e a nobreza da "Rosa" de 1789 e a transportou para um cenário surrealista e moderno. Hoje, quase três décadas depois, o brilho dessa espada e o perfume dessas rosas continuam a nos inspirar a revolucionar o mundo.



Pela dignidade de se tornar algo maior! 🌹⚔️

 Deixo abaixo dois vídeos feitos por fãs da série um primeiro é uma belíssima fusão entre a música Bara wa Utsukushiku Chiru, tema de abertura da versão animada de Rosa de Versalhes (ベルサイユのばら) com Rinbu Revolution abertura da versão animada de Shoujo Kakumei Utena (少女革命ウテナ). E o segundo é uma versão em português da abertura, Rinbu Revolution e outros vídeos relacionados.

 




Espero que tenham gostado!


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quarta-feira, 1 de abril de 2026

Especial "A Rosa de Versalhes" e Takarazuka chega ao canal WOWOW em maio.

 

Olá, queridos amigos da Lady Oscar, sejam Bem Vindos!


O mês de maio será um prato cheio para os fãs de A Rosa de Versalhes (ベルサイユのばら). O canal por assinatura japonês WOWOW preparou duas exibições imperdíveis que celebram tanto a versão animada quanto a histórica tradição do teatro Takarazuka.

No dia 6 de maio, aproveitando o feriado compensatório do Dia da Constituição (que ocorre no dia 3, mas terá o descanso oficial na segunda-feira, dia 6), o canal exibirá o filme animado da franquia às 21h (horário do Japão). Para os entusiastas que desejam maratona ou revisar a história antes da exibição, vale lembrar que a série original está disponível completa na Crunchyroll.



O Espetáculo da Takarazuka Revue

Já no dia 30 de maio, às 13h30, o programa Convite para Takarazuka apresenta a montagem de 2006 da Snow Troupe (Yukigumi).

Diferente das adaptações focadas em Maria Antonieta, esta versão é centrada na trajetória de Oscar. A protagonista é interpretada por Asami Hikaru, amplamente aclamada por sua "presença andrógina e digna", características que a consagraram como uma das melhores intérpretes da personagem até hoje, segundo o site da emissora



Comentários e Bastidores

O grande diferencial desta transmissão será a participação de três ex-estrelas principais da companhia, que se reunirão para comentar a obra:

  • Asami Hikaru (ex-Snow Troupe, a Oscar desta produção);

  • Takashiro Kei (ex-Cosmos Troupe, que interpretou André);

  • Mizu Natsuki (ex-Snow Troupe, que interpretou Alain).

Como todas já atuaram em diversas montagens de A Rosa de Versalhes ao longo de suas carreiras no Takarazuka, elas possuem uma conexão profunda com a obra, oferecendo uma perspectiva única sobre os papéis de Oscar, seu fiel amigo André e o oficial Alain.

"A iniciativa da WOWOW não é apenas uma exibição, mas um tributo à longevidade de uma obra que moldou o entretenimento japonês. Rever essas intérpretes icônicas e mergulhar na história de Versalhes é uma oportunidade rara de celebrar o legado de Riyoko Ikeda e a arte impecável das atrizes que deram vida a mitos. Prepare a pipoca e o coração: Oscar está de volta."

Espero que tenham gostado! Daqui a Pouco tem mais!

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🚨 URGENTE: Revelado Episódio Perdido de 1979 com a "Verdadeira" Identidade de Oscar!

Olá, queridos amigos da Lady Oscar, sejam Bem Vindos!

 

 



 Olá, amigos da Lady Oscar! Eu ainda estou em choque com o que acabei de ler nos portais japoneses e precisei correr aqui para compartilhar com vocês.

Vocês sabem que eu sou apaixonada pelo traço de Shingo Araki e Michi Himeno, certo? Pois bem, um ex-estagiário da TMS Entertainment revelou que, durante a produção da série clássica de 1979, que o anime teria um desfecho diferente do mangá original. Segundo ele, um episódio inteiro foi engavetado por ser "revolucionário demais" para a época.

Segundo os storyboards vazados hoje de manhã, o episódio mostraria que Oscar François de Jarjayes nunca foi uma mulher! 😱



Na verdade, o General Jarjayes teria fingido que Oscar era uma menina que "fingia ser homem" apenas para confundir os inimigos da coroa e criar a guarda perfeita. No roteiro original, Oscar seria um príncipe austríaco escondido na França desde o nascimento. Existe até um frame circulando na internet (com aquele brilho clássico nos olhos que só o Araki sabia fazer) onde Oscar aparece usando um vestido de baile azul turquesa, apenas para revelar no final que era um disfarce sobre o seu uniforme de comandante!

O post oficial no Yahoo Japan diz que o episódio será restaurado e exibido em breve como um "presente especial" para os fãs antigos.

. . . . . .

PEGADINHA! 🐟

Calma, pessoal! Podem respirar aliviados. Nossa Comandante continua sendo a nossa icônica Lady Oscar de sempre.

Hoje é 1º de Abril, o Dia da Mentira (ou nosso querido Pesce d'aprile), e eu não poderia deixar passar a chance de brincar com vocês! Imaginem a confusão se essa história fosse real? O General Jarjayes já era meio doidinho, mas isso seria demais até para ele, não acham?

Espero que não tenham ficado bravos com a brincadeira!

Feliz Dia da Mentira, amigos da Lady Oscar! 🌹✨


Espero que tenham gostado!




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🎭 Especial 1º de Abril: As Maiores Mentirosas de A Rosa de Versalhes

 

Olá, queridos amigos da Lady Oscar, sejam Bem vindos!


Hoje é 1º de abril, o famoso Dia da Mentira. Conhecida por nomes como Dia dos Tolos ou Dia da Gafe, essa data tem curiosidades fascinantes ao redor do mundo. Na Itália e na França, por exemplo, é chamada de Pesce d'aprile e Poisson d'avril — o "peixe de abril".

Segundo o site Calendarr, a origem da data remonta ao século XVI. Naquela época, o Ano-Novo era comemorado em 25 de março, com festas que se estendiam até 1º de abril. Em 1564, o Rei Carlos IX adotou o calendário gregoriano, mudando o início do ano para 1º de janeiro. No entanto, muitos franceses resistiram à mudança e continuaram com a tradição antiga. Como forma de ridicularizar os "teimosos", as pessoas começaram a pregar peças e chamá-los de "bobos" por seguirem algo que já não era oficial.

Para celebrar essa data de forma temática, hoje vamos relembrar das personagens mais manipuladoras e mentirosas de A Rosa de Versalhes (ベルサイユのばら). Preparem-se para reviver essas intrigas!. 




 1 de abril, pesce d'aprile e poisson d'avril, literalmente "peixe de abril.

1. A Condessa de Polignac: A Falsa Amiga

Para abrir nossa lista, quem melhor que a "fiel" confidente de Maria Antonieta? Como sabemos, a animação passou por uma troca de direção marcante: a partir do episódio 18, Osamu Dezaki assume o comando, trazendo mudanças drásticas ao roteiro.

Uma das maiores mentiras acontece quando Polignac convence Antonieta a fingir uma gravidez para acalmar a corte. Na sequência, ela vai além: acusa Oscar de ter causado um aborto na rainha — de uma criança que sequer existia! Com sua lábia, ela manipula a ingênua soberana e faz o que bem entende em Versalhes.

Vale ressaltar que essa acusação contra a Oscar é exclusiva do anime; não existe no mangá original de Riyoko Ikeda. É uma subtrama intensa que o diretor acabou deixando sem uma conclusão definitiva, mas que mostra o quão perigosa a Condessa pode ser. Ela nunca enganou Lady Oscar, e por isso vive criando armadilhas para tentar eliminar nossa heroína loira..







2. Jeanne de La Motte: A Mestra do Engano

Se Polignac é perigosa, a vilanesca irmã adotiva de Rosalie, Jeanne de La Motte, é insuperável. Ela é, sem dúvida, a maior mentirosa da história. Visando ascensão social e riqueza, Jeanne constrói uma teia de falsidades impressionante:

  • Mente sobre sua linhagem nobre;

  • Inventa uma intimidade inexistente com a Rainha;

  • Engana o Cardeal Rohan através do famoso "Caso do Colar", usando até uma sósia de Maria Antonieta.

O ápice de sua audácia ocorre no tribunal, onde ela mente publicamente afirmando que ela e Lady Oscar eram amantes da Rainha. O pior de tudo? Ela consegue manipular a opinião pública, fazendo o povo francês acreditar que ela era apenas uma vítima do sistema. Jeanne leva, com facilidade, o troféu de "Maior Mentirosa de Versalhes".

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Conclusão

Essas duas vilãs provam que a mentira em Versalhes era uma arma poderosa (e mortal). Na sua opinião, quem ganha o título de mais mentirosa: Jeanne ou Polignac? Para mim, é quase impossível escolher!

Este foi um post especial e curto para não deixar a data passar em branco. Talvez eu traga mais novidades ainda hoje!

Feliz Dia da Mentira, amigos da Lady Oscar! Espero que tenham gostado deste mergulho nas intrigas da nossa série favorita. 


Feliz dia da mentira, amigos da Lady Oscar!
 

 

Espero que tenham gostado! Um Bom final de semana a todos vocês amigos da Lady Oscar.

Lady Oscar diz... Obrigada por sua visita! Volte sempre que quiser.



 




terça-feira, 31 de março de 2026

Parabéns ou melhor Auguri! Hoje é aniversário de Oliviero Dinelli, o dublador italiano dos personagens Nicolas de La Motte e Bernard Chatelet em Rosa de Versalhes.


Olá, queridos amigos da Lady Oscar, Sejam Bem Vindos!

 

Parabéns — ou melhor, Auguri! Hoje celebramos o aniversário de Oliviero Dinelli, o talentoso dublador italiano responsável por dar vida a personagens marcantes em A Rosa de Versalhes (ou Lady Oscar, como a obra de Riyoko Ikeda é amplamente conhecida na Europa). Nascido em Guardiagrele, no dia 31 de março de 1947, o mestre da dublagem completa hoje 79 anos de uma carreira brilhante. 



Um Artista Versátil

Ator, dublador e locutor, Dinelli é a voz por trás de diversas figuras icônicas da cultura pop na Itália, incluindo o lendário Mr. Bean. No universo de Lady Oscar, ele emprestou seu talento a dois personagens de naturezas bem distintas: Nicolas de La Motte e Bernard Chatelet.

Entre a Vilania e a Redenção

O primeiro, Nicolas de La Motte, é o braço direito da ambiciosa Jeanne de Valois-Saint-Rémy. Embora seja um personagem difícil de apreciar por suas atitudes, é impossível não admirar sua lealdade inabalável à vilã — ele funciona quase como uma espécie de "André obscuro".

Bernard Chatelet trilha um caminho diferente. Inicialmente apresentado como o "Cavaleiro Negro", ele assume um papel de vilão para a nobreza, mas de herói para o povo. Com uma essência que mistura traços de Zorro e Robin Hood, Bernard rouba dos ricos para ajudar os desamparados.

Apesar de ser o responsável pelo ferimento que causou a cegueira de André e de ter sequestrado Oscar e Rosalie, Bernard termina a história redimido, embora mantendo seu desprezo pela aristocracia. Mais adiante na trama, ele se casa com Rosalie, após notar semelhanças entre a jovem e sua própria mãe, consolidando-se como uma figura central na reta final da obra..


Um Legado de Voz

Sem dúvida, Oliviero Dinelli é um artista incrível. Agradecemos por ter emprestado sua voz belíssima e marcante a esses dois personagens tão complexos. Seu trabalho atravessou gerações e marcou a infância de muitos fãs na Itália e ao redor do mundo.. 


Grazie, Oliviero!


 
















 

 

Espero que tenham gostado!

 

 


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