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segunda-feira, 11 de maio de 2026

O Espelho Amargo: Inveja, "A Rosa de Versalhes" e a Declaração de Inferioridade.

Olá, queridos amigos da Lady Oscar,Sejam Bem Vindos!

 

O que é a inveja? Muitos dirão que é um sentimento de desgosto, tristeza ou frustração diante da felicidade, sucesso ou posses do outro, certo? Mas para mim, Inveja é a declaração da inferioridade!

Na trama magistral de A Rosa de Versalhes, Riyoko Ikeda nos apresenta esse sentimento em sua forma mais crua através de Madame du Barry. A última amante do Rei Luís XV vivia em um estado de constante incômodo com a presença de Maria Antonieta. Mas por que tamanha obsessão? A resposta é simples e cruel: por mais influência e joias que Du Barry tivesse, ela jamais teria o que a princesa austríaca possuía de berço — a legitimidade.

Enquanto Antonieta era nobre por nascimento, enviada para selar a paz entre nações, Du Barry era uma mulher que dependia do favor real para existir na corte. Para a "favorita", o brilho natural de Antonieta era um lembrete diário de sua própria precariedade. A inveja de Du Barry não era apenas pelo poder, mas por saber que, aos olhos da história e da nobreza, ela sempre seria uma intrusa tentando ocupar um espaço que não lhe pertencia por direito.

Me inspirei nessa situação — que chega a ser cômica, para não dizer trágica — para refletir sobre como esse comportamento se repete até hoje. Recentemente, uma usuária sem o menor pingo de educação ou conhecimento técnico veio até a fanpage do blog alegar que, minhas fanarts não são de minha autoria. É o puro suco do "complexo de Du Barry": quando alguém se sente tão pequeno diante do talento alheia que sua única reação é tentar deslegitimar quem cria. Como resposta, ilustro este post com minhas artes autorais mais antigas, que já percorreram o mundo e sites italianos, provando que, enquanto uns conspiram nas sombras, quem tem luz própria continua produzindo.




A Vilania da Insegurança: Du Barry vs. Antonieta

Na trama de Ikeda, a primeira grande vilã que nos é apresentada é Madame du Barry, a última amante do Rei Luís XV. A presença de Antonieta a incomodava profundamente desde o primeiro dia. E por que esse incômodo? Simples: por mais que Du Barry tivesse influência política, joias caríssimas e o ouvido do Rei, ela jamais seria uma Princesa.

Antonieta era nobre de nascimento, uma "Sangue Azul" vinda de uma das dinastias mais poderosas da Europa. Seu papel ali era selar um tratado de paz histórico. Já Du Barry, tanto na ficção quanto na realidade, era vista como uma intrusa de origem humilde que usou de outros meios para chegar ao topo. A inveja de Du Barry, na obra de Ikeda, nasce dessa consciência de que, não importa o quanto ela brilhasse, ela sempre estaria um degrau abaixo da legitimidade de Antonieta.. 

 

Fatos Históricos vs. A Rosa de Versalhes

Riyoko Ikeda levou cerca de quatro anos pesquisando a fundo para escrever sua obra, e a tensão que vemos no mangá e no anime não é mera invenção. Na vida real, a rivalidade foi motivada por um choque de mundos: de um lado, a moralidade rígida (e influenciada pelas tias do marido) da jovem Maria Antonieta; do outro, a falta de linhagem nobre e o estilo de vida de Du Barry.

Em A Rosa de Versalhes, Ikeda coloca Du Barry como uma conspiradora ativa, alguém que tenta humilhar Antonieta para provar quem manda na corte. Na história real, o desprezo de Antonieta foi sua arma mais letal. Por ordens da etiqueta da época, uma pessoa de posição inferior não podia dirigir a palavra a alguém de posição superior sem ser solicitada. Antonieta simplesmente se recusava a falar com Du Barry. Esse "gelo" era a maior humilhação pública possível em Versalhes, pois invalidava a existência da amante do Rei perante a corte.

O Ápice do Conflito: "Há muita gente hoje em Versalhes"

O momento culminante dessa guerra de nervos, tanto na obra de Ikeda quanto nos registros históricos, ocorreu no dia 1º de janeiro de 1772. Pressionada pelo próprio Rei e por sua mãe, a Imperatriz Maria Teresa (que temia que o silêncio da filha causasse uma crise diplomática), Antonieta finalmente cedeu.

Ao passar por Du Barry, ela pronunciou a famosa frase: "Há muita gente hoje em Versalhes".

Em A Rosa de Versalhes, essa cena é carregada de um drama pesado, mostrando o sacrifício do orgulho de Antonieta. Na realidade, foram as únicas palavras que ela dirigiu à rival em anos. Foi uma vitória estratégica para Du Barry, mas uma vitória vazia. Antonieta provou que, mesmo quando falava, fazia-o por obrigação e não por reconhecimento.




O Reflexo no Agora

Assim como a Du Barry de Ikeda não suportava a superioridade natural e o brilho da "Dauphine", certas pessoas hoje não suportam ver o esforço e a criatividade alheia. Tentar roubar a autoria de alguém ou acusar um criador de fraude sem provas é o último recurso de quem se sente pequeno.

No fim, a história (e a arte) nos mostra que a nobreza de espírito e o talento são dons que ninguém pode tirar. Quem tem luz própria sempre incomoda quem vive nas sombras do recalque. Assim como Antonieta permaneceu como o ícone maior daquela era, o trabalho autêntico sempre sobrevive aos ataques mesquinhos!




Cinco Anos de Devoção e a Resposta ao Recalque

Em julho, este blog completará 5 anos no ar. São cinco anos de dedicação diária, sem falhar um único dia sequer. Meus textos são frutos de pesquisa, paixão e autoria própria; desafio qualquer um a encontrar algo igual, pois não há fã brasileira tão dedicada a A Rosa de Versalhes quanto eu.

Sabemos que, no Brasil, o fandom desta obra magistral de Ikeda ainda é pequeno. O mangá só chegou oficialmente pela JBC em 2019 e a obra nunca esteve na TV aberta. Muitos "fãs" surgiram agora com o novo filme de 2025 — uma produção bonita, admito, mas que passou longe da grandiosidade do mangá original. Como fã convicta, não perdoo a exclusão de personagens essenciais, como o Cavaleiro Negro. Para quem me conhece, sabe que sou apaixonada pelo Zorro da Disney e pelo filme Tulipa Negra, com o saudoso Alain Delon. Sendo o Cavaleiro Negro um "mix" perfeito desses heróis e de Robin Hood, é claro que ele é um dos meus favoritos!

Fanart de Minha autoria 2022.


A pessoa que tentou me atacar na fanpage demonstra não ter um pingo de conhecimento sobre a obra de Ikeda e, muito menos, sobre a minha trajetória. Mas encaro isso de frente: o incômodo dela é a prova técnica do meu sucesso. Se o meu trabalho incomoda, ótimo! Significa que ele tem relevância, autoridade e alcance. Hoje, este blog não é apenas um espaço de fã; ele se tornou uma verdadeira fonte de pesquisa que recebe mais de 1.000 visitantes por dia. Em breve, farei questão de instalar um contador de acessos para que todos vejam, em números, a força da nossa comunidade.

Quanto às minhas fanarts, dedico-me há dois anos a cursos de desenho digital, aprimorando meus traços inspirada nos mestres Shingo Araki e Michi Himeno. Mas meu talento não nasceu ontem; muito antes de qualquer curso, eu já desenhava sozinha, movida pela paixão. Eu guardo cada esboço, cada camada e cada etapa do meu processo criativo. Quem acusa sem provas só revela a própria incapacidade de desenhar um simples círculo, que dirá uma Lady Oscar! Esse ataque só prova que a pessoa não entende nada de arte, nada de processos digitais e absolutamente nada sobre o universo de A Rosa de Versalhes.

Este blog é um trabalho feito por amor, não ganho nada com ele. Não busco lucro financeiro, busco a satisfação de honrar o legado de Riyoko Ikeda. Por isso, continuarei escrevendo e criando, tal qual Oscar François de Jarjayes: sem temer nenhuma batalha, com honra e defendendo o que acredito. Se for para cair, que seja lutando pelo que amo!

Como resposta final a quem não tem conhecimento nem talento, seguirei o exemplo de Maria Antonieta: de hoje em diante, não dirigirei mais a palavra a pessoas invejosas. Afinal, como eu disse no início: a inveja nada mais é do que a declaração pública da própria inferioridade.

O blog continua. A arte continua. E o brilho de Versalhes por aqui jamais se apagará! Fiquem agora com algumas de minhas fanarts mais antigas, inclusive registros feitos no modo tradicional, a lápis. Ou será que são da "Madame Du Barry" invejosa? Quem sabe! O que sei é que quem faz um, faz dois, faz mil. E se me perderem a paciência, este blog ganhará "irmãos", pois meu empenho em divulgar o que amo só cresce diante de desafios.

Incomodou? Que bom. É sinal de que tem valor!

Fanart de minha autoria Lady Oscar feita em 2022



Fanart de minha autoria Lady Oscar feita em 2022


Fanart de minha autoria Lady Oscar feita em 2022


Fanart de minha autoria Lady Oscar feita em 2021


 
Fanart de minha autoria modo tradicional a lápis 2023


Fanart de minha autoria modo tradicional a lápis 2023



Fanart de minha autoria modo tradicional a lápis 2022

Fanart de Minha autoria feita de maneira tradicional a lápis. 2022


Pois é, uma situação que, se não fosse trágica, seria cômica! Na verdade, eu não preciso provar nada a essa pessoa, mas a inveja dela acabou me servindo para algo positivo: me inspirou a relembrar e analisar a situação de inveja extrema que Maria Antonieta sofreu ao chegar em Versalhes.

Tá vendo só? A vida inspira a arte, e até pessoas vazias acabam inspirando bons textos. No fim das contas, enquanto uns perdem tempo tentando apagar o brilho alheio, eu uso essa energia para criar mais conteúdo, mais arte e fortalecer ainda mais este espaço que vocês tanto acompanham. Desconheço totalmente o autor do Post, mas na certa, não é desenhista, e nem blogueira. Deve ser alguém que não produz conteúdo mais inveja dos outros.

Como diriam em Versalhes: o espetáculo continua, e para os invejosos, o silêncio é a nossa melhor resposta! Uma Ótima semana e usem arruda para afastar inveja.


Espero que tenham gostado! Daqui a pouco tem mais.

Desejo  uma linda semana, amigos da Lady Oscar!


ady Oscar diz... Obrigada por sua visita! Volte sempre que quiser.

 


 

























domingo, 10 de maio de 2026

Feliz Dia das Mães! Uma Homenagem com as Mães de 'Rosa de Versalhes'

 

Olá, queridos amigos da Lady Oscar,Sejam Bem Vindos!



 

Feliz dia das mães!!!!



Hoje, 10 de maio, celebramos o Dia das Mães, uma data internacional dedicada a honrar as mães de todo o mundo e sua influência perpétua na sociedade. De acordo com o site Calendarr, embora a maioria dos países ocidentais celebre no segundo domingo de maio, o Leste Europeu e a maioria dos países árabes comemoram, respectivamente, em 8 e 21 de março.

A tradição é milenar. As comemorações mais antigas têm origem na Grécia Antiga, onde a chegada da primavera era festejada em honra a Reia, a mãe dos deuses. Essa homenagem continuou com as festas dedicadas a Cibele, conhecida como Magna Mater (Grande Mãe).

No Brasil, o primeiro Dia das Mães foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, em 12 de maio de 1918. Oficialmente, a data foi instituída pelo presidente Getúlio Vargas em 1932, fixando o segundo domingo de maio. Mais tarde, em 1947, a data foi também incluída no calendário oficial da Igreja Católica no país.

Para celebrar este dia tão especial, resolvi dedicar um post às mães do clássico anime e mangá Rosa de Versalhes. Vamos conferir?

Fanart de Minha autoria.



Lady Jarjayes (Mãe de Lady Oscar)

Comecemos com Lady Jarjayes, a mãe de Oscar. No mangá original, Riyoko Ikeda faz questão de mostrar a forte ligação entre Oscar e sua mãe, algo que, infelizmente, não vemos na versão animada e muito menos no Live Action de 1979 (onde resolveram, injustificadamente, matá-la durante o parto). No mangá, ela é uma figura importante; na animação, aparece em pouquíssimas cenas.

Mesmo com raras aparições, o anime nos presenteia com momentos memoráveis que demonstram o amor de Oscar por ela. Um exemplo é quando a Condessa du Barry, amante do rei e rival de Maria Antonieta, tenta transformar Lady Jarjayes em sua dama de companhia apenas para atrair Oscar para o seu lado. Oscar, com razão, fica furiosa. Quem permitiria que sua mãe fosse usada como peão em uma briga de poder?

Oscar é extremamente inteligente e, em outro plano maléfico de Du Barry, salva sua mãe de uma armadilha. A vilã planejava incriminar Lady Jarjayes pelo envenenamento de uma empregada. Felizmente, Oscar descobre a trama e chega a tempo de desmascarar a vilã e provar a inocência da mãe. Essa, para mim, foi a melhor aparição da mãe de Oscar na animação.

E como esquecer a tentativa de Rosalie de matar a mãe de Oscar? Sim, isso aconteceu! Rosalie buscava vingança contra a mulher de cabelos loiros e vestido específico que atropelou sua mãe adotiva. Por infelicidade, Lady Jarjayes usava uma estampa semelhante, o que levou Rosalie a confundi-la com a verdadeira culpada (a Condessa de Polignac). Oscar salva a mãe e, demonstrando seu bom coração e compreensão diante da dor da garota, acolhe Rosalie. Ela a ensina esgrima, costumes e etiqueta, cultivando em Rosalie uma profunda admiração e amor.


Maria Teresa da Áustria (Mãe de Maria Antonieta)

Deixando a ficção de lado, vamos falar de uma mãe histórica real: Maria Teresa Valburga Amália Cristina da Áustria, a primeira e única mulher a governar os domínios habsbúrgicos e a última chefe da Casa de Habsburgo.

No mangá de Riyoko Ikeda, conhecemos Maria Teresa logo nos primeiros capítulos. Ela é retratada como uma mãe preocupada em educar e preparar sua filha caçula para o seu grande destino: ser a Rainha da França. É divertido ver Maria Teresa quase "enlouquecer" com a irresponsabilidade de Antonieta, uma menina que detestava estudar e só pensava em diversão, tirando péssimas notas.

No final da década de 1760, por questões puramente políticas, Maria Teresa decide casar Antonieta com o delfim da França, Luís XVI, para selar a união entre Áustria e França. Maria Antonieta casou-se com apenas 14 anos, em abril de 1770 (seu irmão a representou na cerimônia oficial, já que o noivo tinha 15 anos). A cerimônia oficial no Palácio de Versalhes ocorreu em 16 de maio (informações do site Aventuras na História).

O mangá mostra que Maria Antonieta era mimada e fazia o que queria. Maria Teresa foi, a seu modo, uma boa mãe, mas as exigências políticas a obrigaram a casar a filha tão jovem. Em minha opinião, sabendo das limitações e da imaturidade de Antonieta, Maria Teresa talvez não devesse tê-la enviado para uma corte tão complexa..


Nicole Lamorlière (Mãe Adotiva de Rosalie)

Mães adotivas também são mães, e Nicole Lamorlière é um belo exemplo. Uma mulher pobre, porém honesta e trabalhadora, Nicole lutou muito para criar Rosalie e sua irmã adotiva, Jeanne. Infelizmente, ela é atropelada pela carruagem da Condessa de Polignac. Em seus últimos momentos, ela revela a Rosalie que não é sua mãe biológica, mas sim filha de uma nobre chamada Martine Gabrielle, a própria Condessa de Polignac.

Curiosidade: A Rosalie de Rosa de Versalhes foi inspirada em uma mulher real que foi a última serva de Maria Antonieta e que, na história, também foi mãe.

 

 


Maria Antonieta (A Rainha-Mãe)

Maria Antonieta, figura histórica real, também foi mãe. Apesar de todas as suas irresponsabilidades como rainha, que contribuíram para a miséria do povo, não podemos dizer que ela foi uma mãe ruim. Afinal, quando teve a chance de fugir e escapar de um destino terrível, decidiu ficar por causa de seus filhos.

Maria Antonieta e Luís XVI tiveram quatro filhos, mas, infelizmente, quase todos faleceram muito cedo. Apenas a primogênita, Maria Teresa, chegou à idade adulta. Ela nasceu em 1778, após um trabalho de parto difícil de 12 horas.

Segundo o site Aventuras na História, ao se recuperar, a rainha teria dito: "Pobre garotinha, você não é o que era desejado, mas não é menos querida por isso. Um filho teria sido propriedade do Estado. Você só será minha".

Três anos depois, nasceu o primeiro herdeiro varão, Luís José, cujo nascimento trouxe grande alegria à França. Em Rosa de Versalhes, o pequeno príncipe tem uma "queda" por Lady Oscar, chegando a se declarar e a "roubar" um beijinho. Os outros filhos foram Luís Carlos (1785) e Sofia (1786), que faleceu no primeiro ano de vida. Luís José, o delfim, também faleceu precocemente de tuberculose. As crianças aparecem no mangá e no anime, mas Luís José tem mais destaque devido ao seu carinho por Oscar.





A Vilã Também é Mãe: Condessa de Polignac

Sei que muitos não concordarão com sua presença nesta lista, mas, na história criada por Riyoko Ikeda, a megera Condessa de Polignac também é mãe. Ela é a mãe biológica de Rosalie e também da pequena Charlotte. E, para mim, ela é a pior vilã da história, justamente pelo que fez a suas filhas.

Essa mulher desprezível foi a culpada pelo triste fim de Charlotte. Polignac queria forçar a menina a se casar com o Duque de Guiche, um homem monstruoso e muito mais velho que nunca a amou. Que tipo de mãe entrega sua filha a um monstro? Sem contar que ela abandonou Rosalie com uma plebeia (que, por sorte, foi uma mãe exemplar). Mesmo com toda a sua maldade, ela é mãe e, por isso, sua presença é notada.


Vovó é Mãe Duas Vezes: Marron Glacé

Para fechar nossa homenagem, não poderíamos esquecer Marron Glacé, a nossa querida Nanny e avó de André. Dizem que "avó é mãe duas vezes", e a bondosa senhora prova isso. Ela é a única parente viva de André e foi quem o criou com todo amor.

Mãe não é apenas quem gera, mas quem cuida, cria e ama. E Marron Glacé também é a babá de Oscar, muitas vezes agindo como sua segunda mãe. Ela se preocupa com a comandante e cuida dela com o mesmo carinho dedicado a André.



Este foi um post comemorativo, uma pequena homenagem a todas as mães que acompanham este blog. Finalizo com imagens da mãe da nossa heroína, Lady Oscar.






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 Espero que tenham Gostado! Um bom domingo e uma ótima semana a todos vocês amigos da Lady Oscar.


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sábado, 9 de maio de 2026

Rosa e Acciaio: O Épico de Lady Oscar Reimaginado por Inteligência Artificial

Olá, queridos amigos da Lady Oscar, sejam Bem Vindos!

 

 



 O mundo da criação digital acaba de ganhar um novo capítulo emocionante. Combinando a nostalgia dos clássicos e a vanguarda da tecnologia, o vídeo italiano "Rosa e Acciaio" (Rosa e Aço) surge como uma homenagem profunda e visualmente deslumbrante ao universo de A Rosa de Versalhes.

Totalmente criado através de ferramentas de Inteligência Artificial, este projeto não é apenas um vídeo musical; é uma narrativa completa que reimagina o sacrifício e a paixão sob as luzes e sombras da Revolução Francesa.





O vídeo não usa apenas imagens; ele apresenta uma música original italiana composta especialmente para este tributo. A escolha do idioma italiano traz uma carga de dramaticidade lírica que combina perfeitamente com o cenário da revolução.

O que torna este tributo único é como a IA foi direcionada pelos criadores para destacar:

  • A Dualidade Estética: O vídeo contrasta a delicadeza da "Rosa" (o lado humano e romântico) com a frieza do "Aço" (a armadura e o dever militar), tudo através de cenas geradas que parecem saídas de um filme de época de alto orçamento.

  • O Olhar de André: A narrativa musical e visual é construída como uma memória eterna, um sentimento absoluto que sobrevive mesmo em meio ao caos das barricadas.


Tecnologia a Serviço do Fandom

Este projeto é um exemplo fascinante de como a tecnologia de IA pode ser usada para homenagear obras clássicas. Em vez de apenas replicar o que já existe, os criadores italianos criaram conteúdo 100% original:

  1. Imagens Inéditas: Uma interpretação visual que respeita o design original, mas adiciona texturas e luzes realistas.

  2. Composição Musical Digital: Uma trilha sonora que evoca o épico e o romântico, transportando o espectador diretamente para os corredores de Versalhes.

  3. Homenagem de Fã para Fã: Fica claro que, por trás dos algoritmos, existe um profundo conhecimento da obra e um carinho imenso pela história de amor trágica dos protagonistas. Deixo logo abaixo:



Por que esse vídeo é um marco?

Muitas vezes, a IA é vista com receio, mas em "Rosa e Acciaio", ela serve como o pincel para uma nova pintura de um clássico amado. Para os fãs que sempre quiseram ver Lady Oscar e André sob uma lente mais realista e sombria, este tributo italiano é um presente visual e sonoro indispensável.

Mais do que uma simples animação, é o reconhecimento de que a lealdade de Oscar e André não era apenas a um trono, mas um ao outro — uma mensagem que ressoa forte até hoje.



A Mente por Trás do Projeto: Anakin76

Embora a IA tenha sido a ferramenta de execução, a alma do projeto tem nome e sobrenome. O lançamento oficial da faixa completa revela o trabalho minucioso de Alessandro Baldi (conhecido como Anakin76), que atuou como o "maestro" digital desta obra.

Ficha Técnica do Lançamento:

  • Título: Rosa e Acciaio

  • Artista principal: Anakin76

  • Data de Lançamento: 29 de abril de 2026

  • Composição e Letra: Alessandro Baldi

  • Programação e Engenharia de Masterização: Alessandro Baldi

Esses detalhes mostram que não foi apenas um "clique em um botão", mas sim um processo de curadoria, composição e masterização profissional para garantir que a música tivesse o peso emocional que a saga de Oscar exige.


O Que Torna Este Vídeo Especial?

Em vez de apenas resumir a trama que todos já conhecemos, o vídeo de Anakin76 foca na atmosfera. É uma experiência sensorial que utiliza a IA para criar:

  • Visual Hiper-realista: Uma interpretação que nos faz sentir dentro de Versalhes, com texturas de tecidos, o brilho das espadas e a dramaticidade das luzes de época.

  • Narrativa Musical: A letra e a melodia de Baldi guiam o espectador pelo conflito interno de Oscar — dividida entre o "Aço" do seu dever militar e a "Rosa" da sua humanidade e amor por André.

  • O Auge do Conflito: O vídeo culmina na tensão das barricadas revolucionárias, onde a lealdade ao trono é finalmente substituída pela lealdade ao coração.


A Nova Era dos Tributos

"Rosa e Acciaio" é um marco para o fandom. Ele prova que ferramentas de IA, quando guiadas por artistas talentosos como Alessandro Baldi, podem expandir universos clássicos de forma respeitosa e emocionante. É um presente para quem cresceu admirando a coragem de Oscar e a devoção silenciosa de André.

Espero que tenham gostado!




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sexta-feira, 8 de maio de 2026

"Um ano de sucesso: Filme de A Rosa de Versalhes continua rendendo lucros e anuncia nova coleção exclusiva."

Olá queridos, amigos da Lady Oscar, sejam bem vindos!




 Se você achou que as novidades sobre o novo filme de A Rosa de Versalhes (lançado no Japão em janeiro de 2025) iam parar por aí, prepare o coração (e o bolso)! Recentemente, a empresa CRUX divulgou um teaser visual que está deixando os fãs da Oscar e do André em polvorosa.

A imagem promocional revela que uma nova linha de produtos, baseada em ilustrações inéditas criadas especialmente para o filme, está programada para chegar ao mercado em julho de 2026.A Informação foi compartilhada nesse perfil do X.




O que podemos esperar?

Embora os personagens principais apareçam como silhuetas na imagem, o estilo artístico já entrega a elegância moderna que o estúdio MAPPA trouxe para este reboot. O que sabemos até agora:

  • Ilustrações Exclusivas: O texto no topo diz "新規描き下ろしイラスト" (Ilustrações recém-desenhadas), o que significa que não serão apenas cenas do filme, mas artes feitas sob medida para esses itens.

  • Identidade Visual: Vemos a Oscar em um tom azulado clássico e o André com um fundo dourado, mantendo a dualidade e a sofisticação da série original de Riyoko Ikeda.

  • Linha de Produtos: Geralmente, colaborações com a CRUX envolvem itens colecionáveis de alta qualidade, como acrylic stands, posters metálicos, papelaria de luxo e, possivelmente, acessórios de moda.

Por que o lançamento só em 2026?

Muita gente estranhou a data de julho de 2026, já que o filme saiu no início de 2025. Isso mostra que a franquia está planejando um "longo fôlego". Com a chegada do longa às plataformas de streaming globais (como a Netflix), a demanda por produtos oficiais deve explodir fora do Japão, e esse lançamento parece estar cronometrado para surfar nessa segunda onda de popularidade.

De acordo com informações da prestigiada página Lady Oscar Fan Club Italia, o movimento em torno da franquia não para por aqui. Rumores indicam que até a noite de hoje poderemos ter ainda mais novidades — possivelmente a revelação completa dessas ilustrações que, por enquanto, vimos apenas como silhuetas. Fiquem de olho, pois tudo indica que a divulgação oficial da CRUX está apenas começando e o design final dos personagens para essa coleção promete ser deslumbrante!

Enfim, o anúncio desta nova linha de produtos é a prova definitiva do sucesso absoluto desta nova versão de A Rosa de Versalhes. Mesmo tendo completado um ano de seu lançamento original, o filme continua gerando lucros expressivos tanto para o estúdio MAPPA quanto para o comitê de produção.

O que vemos aqui é o resultado de uma estratégia de revitalização impecável: ao unir a nostalgia dos fãs antigos com a estética moderna que atrai o público jovem, a franquia provou que a história de Oscar François de Jarjayes é atemporal. O fato de ainda estarem investindo em ilustrações inéditas e licenciamentos para 2026 mostra que o retorno financeiro superou as expectativas, garantindo que a "Rosa" continue florescendo no topo da cultura pop japonesa por muito mais tempo.


Espero que tenham gostado!

 


 


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