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domingo, 6 de setembro de 2026

Aya Hirano é interrompida em teste por falar demais sobre seu amor por "Versalhes"? ( Artigo Traduzido).

 

Olá, queridos amigos da Lady Oscar, sejam Bem Vindos!



Eu não estava ciente desse acontecimento, mas uma amiga minha, a Regiane, me passou o link de um artigo recentemente publicado no portal japonês  Nanami sobre a famosa seiyū (dubladora japonesa) Aya Hirano (平野綾), que emprestou sua voz à icônica rainha no filme de anime Rosa de Versalhes (ベルサイユのばら), produzido pelo estúdio MAPPA.

A história que ela revelou em um programa de rádio recente é incrível: nos bastidores da audição (o teste) para o filme, os jurados pediram uma breve autoapresentação de um minuto. Só que, levada pela paixão, ela começou a falar tanto sobre o seu amor profundo por A Rosa de Versalhes que acabou sendo interrompida pelos avaliadores por falar demais!

Bem, resolvi traduzir na íntegra a matéria e depois comentar, pois realmente isso me surpreendeu demais. Então segue abaixo, lembrando que não sou fluente em japonês, aprendo o básico no Kumon e utilizo tradutor, então pode sim conter algum erro na tradução. Caso você seja descendente de japonês ou alguém que domina o idioma e encontrar algum erro, por favor, me avise para que eu possa corrigir!



Segue a tradução e, em seguida, os meus comentários:

Título: #91 Hirano Aya-san é interrompida nas audições por falar excessivamente sobre seu amor por Berubara!? ( Artigo Traduzido).

O programa solo de rádio de estreia de Urara Nanami, a cantora paralela que transita entre o real e o virtual, chama-se "Myriad Genetics presents Urara Nanami's Parallel Room". Na transmissão de 30 de agosto, tivemos a presença da dubladora e atriz Aya Hirano. Ouvir sobre memórias do passado surpreendeu a todos — como o fato de Nanami receber energia repetidas vezes das obras em que Hirano participou, gostando especialmente da Misa Misa de Death Note a ponto de ter tirado purikura (fotos de cabine) fantasiada dela! Além disso, a partir do assunto sobre a realização do concerto sinfônico do filme em versão cinematográfica de A Rosa de Versalhes, foi possível ouvir histórias dos bastidores daquela audição.

Nanami: "Na próxima semana, em 6 de setembro, haverá um concerto sinfônico com a presença do elenco de dublagem do anime para cinema A Rosa de Versalhes. Para falar a verdade, eu assisti à transmissão da versão para o cinema em família e comentei que chorei muito! É uma obra que eu assisti sem saber que era a Aya Hirano-san."

Hirano: "Originalmente, por eu gostar muito de Takarazuka, Berubara é algo que você simplesmente estuda e faz questão de passar por cima, não é? Eu amo tanto a obra original que, quando recebi o convite para a audição, me pediram para fazer uma autoapresentação de cerca de 1 minuto antes da atuação. Acabei falando tanto sobre o quanto eu amava Berubara que fui interrompida!"

Nanami: "Você foi interrompida!?"

Hirano: "Algo como 'Já está bom, entramos em entendimento'. Fiquei em uma atmosfera super constrangedora para entrar na atuação... (risos) Pensei comigo 'Estraguei tudo', achei que não daria mais certo, mas parece que a minha paixão acabou transparecendo e deu tudo certo~. Por isso, acabou sendo um ambiente de equipe com muitas mulheres."

Nanami: "Havia muitas pessoas que gostavam [da obra] lá, né?"

Hirano: "Como havia muitas pessoas que amavam o teatro e entendiam profundamente do assunto, discutíamos sobre como colocar todo o material original dentro do tempo de tela do filme... eram lágrimas de verdadeiro arrependimento por ter que cortar coisas, e tudo isso trazido com o poder gráfico incrível do estúdio MAPPA."

Nanami: "É do estúdio MAPPA! O mesmo de Chainsaw Man e outros, né?"

Hirano: "Exatamente~. Nas imagens que vão fluindo, nas imagens que deslizes, tudo cabe em questão de segundos. O episódio do caso do colar e tudo mais passam em segundos! E eu pensava 'Ah~ lá se foi, a Madame de Polignac também já foi (risos)'. Fazer algo que dura segundos com essa qualidade gráfica foi o que fez os fãs aprovarem e se convenceram!"

Além disso, conversamos sobre outras histórias com os colegas de elenco e, na segunda metade, sobre o show de aniversário que será realizado no Cotton Club nos dias 15 e 29 de setembro. Aguardem ansiosos por mais conversas na próxima semana!

O programa está aceitando e-mails de vocês! Envie suas impressões sobre o programa, perguntas para a Nanami-san ou qualquer outra coisa. O endereço é: 773@1242.com! Aguardo também suas postagens no X (antigo Twitter) com a hashtag #ParallelRoom

📝 Eis a tradução. Agora, vamos aos comentários!

Quando me deparei com esse relato, confesso que soltei um misto de risada e profunda identificação. Ser interrompida na audição para um papel por falar demais sobre o quanto ama a obra é algo que só poderia acontecer com alguém que carrega a alma de fã no centro da própria carreira. Estamos falando de Aya Hirano, uma lenda viva da dublagem que não é apenas uma profissional talentosa, mas uma verdadeira acadêmica e entusiasta apaixonada da cultura pop e do teatro musical.

O que torna essa história fascinante é o contexto que a envolve. A Rosa de Versalhes (Berubara) não é apenas um mangá ou anime comum; é um monumento cultural que moldou gerações, dialogando diretamente com a estética grandiosa e dramática do teatro Takarazuka Revue (uma das maiores paixões de quem ama o gênero). Quando Hirano diz que Berubara é algo que "você precisa estudar e passar por cima", ela traduz exatamente o peso histórico que a obra de Riyoko Ikeda possui no Japão. Não é sobre apenas dublar um personagem; é sobre prestar reverência a um pilar da história dos mangás shoujo.

O detalhe hilário e constrangedor do painel de jurados dizendo "Já está bom, entendemos" por causa de sua empolgação transbordante durante a autoapresentação do teste mostra o perigo — e a beleza — de trabalhar com o que se ama. Por alguns segundos, ela deixou de ser a profissional fria fazendo um teste e se transformou em uma fã fervorosa defensora da Revolução Francesa. O alívio de saber que a paixão genuína pesou a favor na hora da escolha mostra que a autenticidade ainda é o melhor cartão de visitas.

Além disso, o comentário dela sobre o trabalho do estúdio MAPPA toca em um ponto muito divertido e realista sobre adaptações. Transformar um épico histórico gigantesco e cheio de intrigas em um filme exige um ritmo ágil, e Hirano brinca com a velocidade com que cenas icônicas — como o famoso Caso do Colar e aparições da Madame de Polignac — desfilam pela tela em frações de segundo! Ela mesma se espantava assistindo e pensando "Olha lá, já passou!", mas elogiando como a qualidade gráfica impecável do MAPPA conseguiu condensar tanta informação de forma dinâmica, fazendo com que os fãs se sintam totalmente representados na tela grande.

Aya Hirano nos lembra por que amamos tanto essas obras clássicas: porque por trás de cada voz icônica, há alguém cujo coração bate no ritmo da história. E você, o que achou dessa audição quase "sabotada" pelo excesso de amor à obra? Deixe nos comentários!


"Enfim, em minha opinião, foi uma total falta de tato com a profissional! Afinal, não há absolutamente nada de errado em transbordar amor por algo que é tão especial para você. Foi justamente por essa paixão incontrolável por A Rosa de Versalhes — e pela falta de espaços em português que dessem a devida atenção a essa obra-prima de Riyoko Ikeda — que este blog nasceu. Já se passou meia década no ar, e continuamos aqui, falando pelos cotovelos sobre o nosso amor por Berubara. E quer saber? Sim, continuarei falando sobre essa paixão! ;)"



Enfim, espero que tenham gostado! Um Bom Domingo e uma ótima semana Amigos da Lady Oscar.


ady Oscar diz... Obrigada por sua visita! Volte sempre que quiser.

 


 

sábado, 5 de setembro de 2026

A Morte Cruel da Princesa de Lamballe: A Inspiração Real por Trás de Rosa de Versalhes

 

Olá, queridos amigos da Lady Oscar, sejam Bem vindos!


No clássico mangá A Rosa de Versalhes, de Riyoko Ikeda, Lady Oscar assume em vários momentos o papel de grande amiga e conselheira de Maria Antonieta — um espaço que, na vida real, pertencia à Princesa de Lamballe. No famoso arco do "Caso do Colar", a vigarista Jeanne de Valois tenta se salvar no tribunal inventando que a rainha mantinha um caso lésbico com Lady Oscar. Na realidade, essa mesma acusação mentirosa foi direcionada justamente à Princesa de Lamballe.

A escolha de Riyoko Ikeda foi genial. Como Oscar já ocupava o posto de protetora militar mais próxima da rainha na ficção, a autora transferiu essa calúnia real para a sua protagonista para intensificar o drama e o perigo ao seu redor.

Mas hoje precisamos falar da verdadeira princesa por trás da história, que teve um destino trágico. No último dia 3, celebrou-se o aniversário da morte horrenda e atroz de Maria Teresa de Saboia-Carignano, a Princesa de Lamballe, assassinada aos 43 anos durante os brutais Massacres de Setembro de 1792.



De Vítima de Casamento a Fiel Companheira da Rainha

Compatriota italiana, ela pertencia ao ramo cadete da família Saboia-Carignano — que mais tarde ascenderia ao trono com Carlos Alberto. Forçada a casar-se aos 18 anos com o Príncipe de Lamballe, um nobre afundado em excessos que acabou morrendo de sífilis, Maria Teresa viu-se viúva muito cedo e ainda teve de lidar com as sequelas da doença transmitida pelo marido pelo resto da vida. Mesmo assim, o pai dele, o Príncipe de Penthièvre, afeiçoou-se tanto à jovem que ela decidiu continuar sob a proteção da família.

Quando Maria Antonieta chegou à França, uma amizade imediata floresceu entre as duas. Lamballe permaneceu ao lado da soberana até o fim. Ela chegou a fugir para a Inglaterra após a Queda da Bastilha, mas fez questão de retornar para ficar com a rainha e seu sogro. Sendo superintendente da casa real, governanta dos filhos da rainha, dedicada a obras de caridade e integrante de uma loja maçônica feminina, ela virou o alvo perfeito para a sanha difamatória dos revolucionários.



O Fim Chocante nos Massacres de Setembro

Quando a família real foi levada para a Torre do Templo, a princesa foi aprisionada em La Force. No dia 3 de setembro de 1792, tornou-se vítima dos Massacres de Setembro. O linchamento foi selvagem: seu corpo foi mutilado e sua cabeça, colocada na ponta de uma lança, foi desfilada pelas ruas para que a própria Maria Antonieta visse da janela do cativeiro.

No cinema e nas adaptações, Madame de Lamballe quase nunca ganha o devido destaque, aparecendo de forma bem secundária. Em Rosa de Versalhes, ela é citada no mangá e dá as caras brevemente no anime, mas sua forte presença como amiga da rainha foi quase inteiramente absorvida por Lady Oscar. Fica o questionamento: não teria sido incrível vê-la com mais espaço na tela? O poema que Carducci lhe dedicou em  Rime nuove

O poema que Carducci lhe dedicou em  Rime nuove
 
LXXXIX. 


 

Os riachos gemem e os ventos murmuram,
frescos nos Alpes da Saboia.
Aqui se ouve o som do ferro e os acentos da fúria.

Senhora de Lamballe, em l'Abbadia.

E lá estava ele, em meio a longos cabelos dourados,
um corpo nu no meio da rua;
e um cabeleireiro
estendia seus membros ainda quentes com as mãos ensanguentadas e espiões.

Quão terna e branca, e quão delicada!
Seu pescoço é como um lírio, e entre os lírios do vale sua pequena boca parece
um Garo .

Vamos, com seus lindos olhos da cor do mar,
vamos, menininha de cabelos cacheados, ao Templo! Vamos nos
despedir da rainha.

E é assim que ele aparece no anime do Oscar.





Finalizo com imagens da verdadeira princesa e com vídeos sobre ela.

Este retrato acima está no Castelo de Racconigi.

Documentários sobre ela

Espero que tenham gostado!
 



ady Oscar diz... Obrigada por sua visita! Volte sempre que quiser.

 


 

 

 

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Feliz aniversário para o Conde Fersen! Em 4 de setembro de 1755 nascia nascia na Suécia o conde Hans Axel de Fersen.

 

Olá, queridos amigos da Lady Oscar, sejam Bem vindos!




Hoje, 4 de setembro, celebramos o aniversário de nascimento de  Hans Axel de Fersen, o célebre Conde Fersen, nascido neste exato dia em 1755. Nobre, diplomata e militar sueco, seu nome ficou indissoluvelmente ligado à trágica e fascinante figura da Rainha Maria Antonieta de França. Para marcar a data, a conta oficial da nova adaptação em anime de A Rosa de Versalhes (ベルサイユのばら) divulgou uma ilustração especial: uma recriação emocionante da cena em que a soberana chora em segredo atrás de uma árvore ao descobrir que Fersen — o único homem que amou de verdade — está prestes a se casar, seguida pelo abraço e beijo apaixonado no jardim sob a direção sensível de Ai Yoshimura.

Aproveitando a data, vamos mergulhar na dualidade entre o Fersen da ficção criado por Riyoko Ikeda e o verdadeiro aristocrata sueco que desafiou os perigos da Revolução Francesa.



O Conde Fersen no Universo de Riyoko Ikeda

Diferente de Oscar François de Jarjayes e de André Grandier, que são criações fictícias, Fersen foi uma figura histórica real cujo peso político e proximidade com a coroa francesa serviram de alicerce para a genialidade dramática de Ikeda.

Na obra, o conde sueco é o motor de uma das paixões mais devoradoras da literatura mangá: o amor proibido com Maria Antonieta. No entanto, sua presença em Versalhes gera um efeito colateral marcante na vida de Oscar. A comandante da guarda, criada como homem e totalmente alheia aos sentimentos românticos até então, vê-se profundamente apaixonada por Fersen.

Para Oscar, essa paixão funciona como um rito de passagem doloroso. Fersen, no entanto, enxerga Oscar estritamente como uma grande amiga e um estimado colega de armas — chegando a acreditar genuinamente, por um bom período, que ela fosse um homem. Quando a situação com a rainha atinge níveis perigosos e os mexericos da corte ameaçam manchar a honra de todos, Oscar corajosamente se afasta. Anos depois, já consolidada como coronel e acreditando ter superado a fase militar, ela decide ceder às convenções femininas pela primeira vez: usa um vestido de gala e comparece a um baile mascarada como uma duquesa desconhecida apenas para dançar com Fersen. É nesse momento que ela recebe o golpe final em seu coração, percebendo que, por mais deslumbrante que estivesse, os olhos e os pensamentos do conde pertenciam unicamente à rainha da França.



Diferenças entre Adaptações: Mangá, Clássico de 1979 e Novos Filmes

A antológica cena do baile e a desilusão amorosa de Oscar ganham tratamentos bem distintos dependendo da mídia que você consome:

  • No Mangá: A preparação para o baile traz momentos impagáveis de comédia e humanidade. Oscar pragueja e revolta-se contra o desconforto de vestir um espartilho pela primeira vez na vida. André, observando tudo, revolta-se ainda mais, incapaz de aceitar que a mulher que ele ama em segredo precise se moldar aos padrões da corte apenas para chamar a atenção de outro homem.


  • No Anime Clássico (1979): Direcionado com maestria, o episódio 25 (Coração de Mulher: O Minueto do Amor Não Correspondido) eternizou a cena em que Oscar cede à sua faceta feminina. A trilha sonora e o tempo dramático permitem que o espectador sinta o peso exato de cada passo de dança rumo à desilusão.

  • Nas Adaptações Recentes: Na nova trilogia de filmes cinematográficos, passagens internas profundas como essa acabam sofrendo cortes ou resumos drásticos em formato de montagens musicais rápidas, deixando de lado o monólogo interno da protagonista — o que reforça o apego dos fãs puristas à obra-prima televisiva de Osamu Dezaki e Tadao Nagahama. 


 

Curiosidades e Mitos sobre Fersen na Ficção

  • O mal-entendido do Live-Action: Na adaptação cinematográfica com atores reais (Lady Oscar, de 1979, dirigido por Jacques Demy), a dinâmica de Fersen com a identidade de Oscar ganha contornos curiosos. Ele chega a ironizar o fato de algumas damas da corte imitarem o estilo de vestimenta de Oscar, comentando que se contasse isso ao pai, seria tomado por louco — sem perceber que a própria comandante estava do outro lado da mesa vivendo exatamente sob essa dualidade.


    O Verdadero Hans Axel von Fersen (1755–1810)

    Nascido em Estocolmo em 4 de setembro de 1755, Axel von Fersen o Jovem vinha de uma das famílias mais poderosas e influentes da aristocracia sueca, sendo filho do marechal de campo Fredrik Axel von Fersen.



    Sua trajetória real é digna de um épico de aventura e tragédia:

    • O impacto em Versalhes: Após concluir sua Grand Tour pela Europa para refinar sua educação, Fersen chegou à corte francesa em 1774. Com sua altura impressionante, porte aristocrático e discrição impecável, ele imediatamente chamou a atenção. O embaixador sueco na França, Conde de Creutz, escreveu ao Rei Gustavo III da Suécia relatando que Fersen havia conquistado a alta roda francesa com uma postura incrivelmente sóbria e digna.

    • O encontro com a Rainha: Os caminhos de Fersen e Maria Antonieta cruzaram-se oficialmente em 30 de janeiro de 1774 em um baile de máscaras na Ópera de Paris. Quando ele retornou à França em 1778 após uma temporada na Suécia, a rainha — que não o havia esquecido — exclamou publicamente: "Ah! Um velho conhecido!", gerando fofocas instantâneas em toda a corte de Versalhes.

    • Herói na Guerra de Independência Americana: Movido pelo espírito de aventura, Fersen cruzou o Atlântico para lutar ao lado das tropas francesas comandadas pelo Conde de Rochambeau. Ele distinguiu-se bravamente, atuando como ajudante de campo e participando ativamente do decisivo Cerco de Yorktown em 1781. Sua bravura rendeu-lhe honrarias militares e o respeito do próprio General Washington.

    • O resgate fracassado e a Fuga de Varennes: Enquanto no mangá a relação tem um tom puramente romântico e trágico, na realidade histórica Fersen tornou-se o cérebro operacional e o leal protetor da família real durante os horrores da Revolução Francesa. Foi ele quem planejou meticulosamente a audaciosa tentativa de fuga da família real em junho de 1791, disfarçando-se de cocheiro para guiar a carruagem real rumo à fronteira — uma tentativa que terminou na fatídica captura em Varennes.

    • Um fim trágico: Anos após a execução de Maria Antonieta na guilhotina (um golpe devastador para Fersen, que nunca se casou e guardou luto pelo resto da vida), ele retornou à Suécia, onde ascendeu ao posto de Grande Marechal do Reino. Infelizmente, sua vida teve um desfecho brutal em 20 de junho de 1810, quando foi assassinado por uma multidão enfurecida em Estocolmo, que erroneamente o acusava de ter envenenado o príncipe herdeiro sueco Carlos Augusto.

    Conhecer tanto a versão idealizada por Riyoko Ikeda quanto a biografia real de Axel von Fersen nos permite entender por que essa paixão transcendeu os séculos, transformando-se em um dos maiores mitos românticos da história mundial.


  •  Finalizo com imagens e vídeos relacionados:

     

     









     

     






















    Espero que tenham gostado!
     



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