Olá, queridos amigos da Lady Oscar,Sejam Bem Vindos!
Feliz dia das mães!!!!
Hoje, 10 de maio, celebramos o Dia das Mães, uma data internacional dedicada a honrar as mães de todo o mundo e sua influência perpétua na sociedade. De acordo com o site Calendarr, embora a maioria dos países ocidentais celebre no segundo domingo de maio, o Leste Europeu e a maioria dos países árabes comemoram, respectivamente, em 8 e 21 de março.
A tradição é milenar. As comemorações mais antigas têm origem na Grécia Antiga, onde a chegada da primavera era festejada em honra a Reia, a mãe dos deuses. Essa homenagem continuou com as festas dedicadas a Cibele, conhecida como Magna Mater (Grande Mãe).
No Brasil, o primeiro Dia das Mães foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, em 12 de maio de 1918. Oficialmente, a data foi instituída pelo presidente Getúlio Vargas em 1932, fixando o segundo domingo de maio. Mais tarde, em 1947, a data foi também incluída no calendário oficial da Igreja Católica no país.
Para celebrar este dia tão especial, resolvi dedicar um post às mães do clássico anime e mangá Rosa de Versalhes. Vamos conferir?
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| Fanart de Minha autoria. |
Lady Jarjayes (Mãe de Lady Oscar)
Comecemos com Lady Jarjayes, a mãe de Oscar. No mangá original, Riyoko Ikeda faz questão de mostrar a forte ligação entre Oscar e sua mãe, algo que, infelizmente, não vemos na versão animada e muito menos no Live Action de 1979 (onde resolveram, injustificadamente, matá-la durante o parto). No mangá, ela é uma figura importante; na animação, aparece em pouquíssimas cenas.
Mesmo com raras aparições, o anime nos presenteia com momentos memoráveis que demonstram o amor de Oscar por ela. Um exemplo é quando a Condessa du Barry, amante do rei e rival de Maria Antonieta, tenta transformar Lady Jarjayes em sua dama de companhia apenas para atrair Oscar para o seu lado. Oscar, com razão, fica furiosa. Quem permitiria que sua mãe fosse usada como peão em uma briga de poder?
Oscar é extremamente inteligente e, em outro plano maléfico de Du Barry, salva sua mãe de uma armadilha. A vilã planejava incriminar Lady Jarjayes pelo envenenamento de uma empregada. Felizmente, Oscar descobre a trama e chega a tempo de desmascarar a vilã e provar a inocência da mãe. Essa, para mim, foi a melhor aparição da mãe de Oscar na animação.
E como esquecer a tentativa de Rosalie de matar a mãe de Oscar? Sim, isso aconteceu! Rosalie buscava vingança contra a mulher de cabelos loiros e vestido específico que atropelou sua mãe adotiva. Por infelicidade, Lady Jarjayes usava uma estampa semelhante, o que levou Rosalie a confundi-la com a verdadeira culpada (a Condessa de Polignac). Oscar salva a mãe e, demonstrando seu bom coração e compreensão diante da dor da garota, acolhe Rosalie. Ela a ensina esgrima, costumes e etiqueta, cultivando em Rosalie uma profunda admiração e amor.
Maria Teresa da Áustria (Mãe de Maria Antonieta)
Deixando a ficção de lado, vamos falar de uma mãe histórica real: Maria Teresa Valburga Amália Cristina da Áustria, a primeira e única mulher a governar os domínios habsbúrgicos e a última chefe da Casa de Habsburgo.
No mangá de Riyoko Ikeda, conhecemos Maria Teresa logo nos primeiros capítulos. Ela é retratada como uma mãe preocupada em educar e preparar sua filha caçula para o seu grande destino: ser a Rainha da França. É divertido ver Maria Teresa quase "enlouquecer" com a irresponsabilidade de Antonieta, uma menina que detestava estudar e só pensava em diversão, tirando péssimas notas.
No final da década de 1760, por questões puramente políticas, Maria Teresa decide casar Antonieta com o delfim da França, Luís XVI, para selar a união entre Áustria e França. Maria Antonieta casou-se com apenas 14 anos, em abril de 1770 (seu irmão a representou na cerimônia oficial, já que o noivo tinha 15 anos). A cerimônia oficial no Palácio de Versalhes ocorreu em 16 de maio (informações do site Aventuras na História).
O mangá mostra que Maria Antonieta era mimada e fazia o que queria. Maria Teresa foi, a seu modo, uma boa mãe, mas as exigências políticas a obrigaram a casar a filha tão jovem. Em minha opinião, sabendo das limitações e da imaturidade de Antonieta, Maria Teresa talvez não devesse tê-la enviado para uma corte tão complexa...
Nicole Lamorlière (Mãe Adotiva de Rosalie)
Mães adotivas também são mães, e Nicole Lamorlière é um belo exemplo. Uma mulher pobre, porém honesta e trabalhadora, Nicole lutou muito para criar Rosalie e sua irmã adotiva, Jeanne. Infelizmente, ela é atropelada pela carruagem da Condessa de Polignac. Em seus últimos momentos, ela revela a Rosalie que não é sua mãe biológica, mas sim filha de uma nobre chamada Martine Gabrielle, a própria Condessa de Polignac.
Curiosidade: A Rosalie de Rosa de Versalhes foi inspirada em uma mulher real que foi a última serva de Maria Antonieta e que, na história, também foi mãe.
Maria Antonieta (A Rainha-Mãe)
Maria Antonieta, figura histórica real, também foi mãe. Apesar de todas as suas irresponsabilidades como rainha, que contribuíram para a miséria do povo, não podemos dizer que ela foi uma mãe ruim. Afinal, quando teve a chance de fugir e escapar de um destino terrível, decidiu ficar por causa de seus filhos.
Maria Antonieta e Luís XVI tiveram quatro filhos, mas, infelizmente, quase todos faleceram muito cedo. Apenas a primogênita, Maria Teresa, chegou à idade adulta. Ela nasceu em 1778, após um trabalho de parto difícil de 12 horas.
Segundo o site Aventuras na História, ao se recuperar, a rainha teria dito: "Pobre garotinha, você não é o que era desejado, mas não é menos querida por isso. Um filho teria sido propriedade do Estado. Você só será minha".
Três anos depois, nasceu o primeiro herdeiro varão, Luís José, cujo nascimento trouxe grande alegria à França. Em Rosa de Versalhes, o pequeno príncipe tem uma "queda" por Lady Oscar, chegando a se declarar e a "roubar" um beijinho. Os outros filhos foram Luís Carlos (1785) e Sofia (1786), que faleceu no primeiro ano de vida. Luís José, o delfim, também faleceu precocemente de tuberculose. As crianças aparecem no mangá e no anime, mas Luís José tem mais destaque devido ao seu carinho por Oscar.
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A Vilã Também é Mãe: Condessa de Polignac
Sei que muitos não concordarão com sua presença nesta lista, mas, na história criada por Riyoko Ikeda, a megera Condessa de Polignac também é mãe. Ela é a mãe biológica de Rosalie e também da pequena Charlotte. E, para mim, ela é a pior vilã da história, justamente pelo que fez a suas filhas.
Essa mulher desprezível foi a culpada pelo triste fim de Charlotte. Polignac queria forçar a menina a se casar com o Duque de Guiche, um homem monstruoso e muito mais velho que nunca a amou. Que tipo de mãe entrega sua filha a um monstro? Sem contar que ela abandonou Rosalie com uma plebeia (que, por sorte, foi uma mãe exemplar). Mesmo com toda a sua maldade, ela é mãe e, por isso, sua presença é notada.
Vovó é Mãe Duas Vezes: Marron Glacé
Para fechar nossa homenagem, não poderíamos esquecer Marron Glacé, a nossa querida Nanny e avó de André. Dizem que "avó é mãe duas vezes", e a bondosa senhora prova isso. Ela é a única parente viva de André e foi quem o criou com todo amor.
Mãe não é apenas quem gera, mas quem cuida, cria e ama. E Marron Glacé também é a babá de Oscar, muitas vezes agindo como sua segunda mãe. Ela se preocupa com a comandante e cuida dela com o mesmo carinho dedicado a André.
Este foi um post comemorativo, uma pequena homenagem a todas as mães que acompanham este blog. Finalizo com imagens da mãe da nossa heroína, Lady Oscar.
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Espero que tenham Gostado! Um bom domingo e uma ótima semana a todos vocês amigos da Lady Oscar.


































ady Oscar diz... Obrigada por sua visita! Volte sempre que quiser!







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