Olá, queridos amigos da Lady Oscar, sejam Bem Vindos! 💘
Feliz Valentine’s Day! 💘💘
Hoje, 14 de fevereiro, comemora-se o Dia de São Valentim. Em muitos países, a data é o equivalente ao nosso Dia dos Namorados. Segundo o site Calendarr, a Igreja Católica instituiu a celebração ainda no século V para incentivar o matrimônio e substituir o festival romano Lupercalia — uma festa de fertilidade que marcava o início da primavera. Com o tempo, a tradição religiosa ganhou o mundo, e hoje é comum celebrar não apenas o amor romântico, mas também a afeição entre amigos, com a troca de cartões e os clássicos chocolates.
Essa data tem um significado especial para mim: minha avó materna casou-se com meu avô em um Dia de São Valentim! É, sem dúvida, uma memória que merece ser preservada.
E, falando em grandes amores, não posso deixar de mencionar Rosa de Versalhes (Berusaiyu no Bara). Para mim, o maior romance de todos é o de Oscar e André. Quem leu o mangá sabe que o amor deles era quase impossível pelas diferenças de classe, mas, ao fim da história, eles terminam juntos à sua maneira. Embora Riyoko Ikeda não tenha desenhado uma cerimônia formal, a noite romântica que compartilham é mais bela que qualquer casamento religioso. Para mim, eles se uniram ali, de corpo e alma.
O Amor Puro de Oscar e André: Uma União de Almas
Falar de Oscar François de Jarjayes e André Grandier é falar de uma das construções amorosas mais bonitas e pacientes da literatura japonesa. Enquanto o mundo ao redor deles desmoronava sob o peso da Revolução Francesa, o amor que nutriam um pelo outro florescia no silêncio, na lealdade e no respeito mútuo.
O que torna a relação deles tão especial é a pureza. André amou Oscar por toda a vida, cuidando de suas feridas e sendo sua sombra protetora. Já Oscar, após anos de conflitos internos, finalmente se despe das armaduras sociais e de gênero para abraçar o homem que sempre foi seu porto seguro.
A Noite de Núpcias: O Pedido de Oscar
A famosa cena que antecede a queda da Bastilha é, até hoje, um dos momentos mais marcantes da obra. É importante lembrar que essa entrega acontece nos aposentos de Oscar, em um ambiente de total intimidade e verdade. O que torna tudo ainda mais emocionante é que o pedido parte dela.

Em um gesto de extrema força e vulnerabilidade, Oscar pede para ser de André. Ali, entre as paredes que guardavam seus segredos, eles se tornaram um só. Embora cercada de polêmicas, a cena desenhada por Riyoko Ikeda é de uma beleza transcendental. Sem padres ou papelada, eles celebraram um casamento de almas. Para mim, a entrega física foi o selo de uma promessa eterna, onde não havia mais "comandante" e "servo", mas apenas dois seres humanos unidos pelo amor mais verdadeiro..
Outros Amores de Riyoko Ikeda
A mestre Ikeda tem um talento único para retratar amores intensos e, muitas vezes, impossíveis. Para celebrar este Valentine's Day, vamos relembrar outros casais que marcaram suas obras:
Maria Antonieta e Hans Axel von Fersen (Rosa de Versalhes): O clássico amor proibido e histórico. A devoção de Fersen à Rainha de França é um dos pilares emocionais que correm em paralelo à história de Oscar.
Julius e Klaus (A Janela de Orfeu): O casal central que define a lenda da Janela de Orfeu. Assim como Oscar, Julius vive sob uma identidade masculina e carrega o peso de um segredo familiar, encontrando em Klaus (Aleksei) uma conexão avassaladora que sobrevive a guerras e revoluções.
Rosalie e Bernard Châtelet (Rosa de Versalhes): Um casal que representa a esperança e a união em meio ao caos da Revolução. O apoio mútuo deles mostra que o amor também pode ser um refúgio político e social.
Abaixo o vídeo lançado há um ano atrás da canção “Resonance of Love, tema do amor proibido entre a rainha da França e o conde sueco. Uma belíssima música!
O amor, seja em Versalhes ou em Regensburg, é o que mantém essas histórias vivas em nossos corações até hoje.









































