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domingo, 1 de março de 2026

🌹 A Rosa que nunca murcha: Os 44 anos de Lady Oscar na Itália e a lealdade ferrenha dos fãs ao clássico.

Olá, amigos da Lady Oscar, Sejam Bem Vindos!

 

Há exatos 44 anos, no dia 1 de março de 1982, a Itália não apenas ligava a televisão, mas abria as portas para uma lenda que redefiniria o conceito de força, elegância e sacrifício. Quando os primeiros acordes da trilha sonora ecoaram e a figura imponente de Oscar François de Jarjayes surgiu nas telas, o público italiano foi arrebatado por uma paixão que nem o tempo, nem as novas tecnologias conseguiram apagar. Rebatizada como Lady Oscar — um título herdado do filme de Jacques Demy que se tornou sinônimo de revolução — a obra-prima de Riyoko Ikeda encontrou na Itália o seu segundo lar, criando um vínculo inquebrável que hoje, em 2026, celebramos com a mesma intensidade do primeiro encontro. Abaixo um desenho de minha autoria, sim refiz o antigo e notei muita evolução nos meus traços. OBS: Fanart digital feita no Paint To Sai.

Fanart de Minha autoria.


O impacto foi tão avassalador que dizer que a série foi um "sucesso" soa modesto; Lady Oscar foi um verdadeiro fenômeno social que parou a "Bota". Naquele ano de 1982, a comandante da Guarda Real foi a única capaz de rivalizar em audiência com a gloriosa trajetória da seleção italiana na Copa do Mundo. Oscar não era apenas um desenho animado; ela era uma força da natureza, uma mulher que zombava de estereótipos de gênero e lutava por sua independência muito antes de conceitos como girl power dominarem o mundo. Ela pavimentou o caminho para heroínas como Sailor Moon e Xena, tornando-se um símbolo vanguardista de orgulho e coragem que moldou o caráter de gerações de jovens italianos e seus descendentes.


Essa conexão profunda explica por que a chegada do novo filme, lançado no ano passado, gerou uma recepção tão cautelosa e nostálgica. Embora a nova animação seja visualmente deslumbrante e tecnicamente impecável, o coração dos fãs italianos permanece guardado no cofre sagrado de 1979. Para os italianos, mestres das artes visuais, existe uma "alma" no anime clássico de Shingo Araki e Michi Himeno que o digital ainda não conseguiu replicar. Os famosos "olhos de Araki" — profundos, repletos de brilhos que parecem galáxias e carregados de uma melancolia trágica — possuem uma mística e um pathos que definem a identidade da obra. Para o público da Itália, a Oscar clássica, com suas linhas dramáticas e sombras expressivas, é a única e verdadeira face da Comandante.

Essa lealdade imortal também ecoa através da música. Não se pode falar de Lady Oscar na Itália sem mencionar o hino do grupo I Cavalieri del Re. Com a voz inconfundível de Clara Serina, a canção tema vendeu quase um milhão de cópias, tornando-se uma das músicas mais famosas da história da TV italiana. Mesmo com a doçura da versão de Cristina D’Avena nos anos 90, é o tema original que ainda faz vibrar as arenas e eventos de cultura pop por todo o país.



 





É uma trilha sonora que saiu das telas para invadir o cotidiano, influenciando desde a alta moda, como no perfume Dange-Rose da Blumarine, até intervenções urbanas monumentais da Max & Co, que já chegou a decorar a estação Duomo em Milão com o rosto da nossa heroína.


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 O legado de Oscar permanece vivo e pulsante, tendo sido reafirmado recentemente pelas grandiosas exposições organizadas pela Yamato Video em 2024, onde a história foi preservada com o respeito que uma lenda merece. Registros como os da fã Sabrina Carrara, que capturou com sensibilidade a magia desses eventos, mostram que a chama da Revolução Francesa ainda queima com força em solo italiano. Aos 44 anos de sua chegada, a conclusão é uma só: podem surgir novos traços e novas versões, mas a Lady Oscar de 1979 é eterna e insubstituível. Ela é a rosa que nunca murcha, a espada que nunca se curva e a única rainha absoluta no coração da Itália.deixo aqui os devidos créditos pelas imagens à autora Sabrina e à minha amiga, Elena Romanello. Deixo aqui os devidos créditos e agradecimentos aos autores das imagens.   

















 

Encontro de cosplayer da Lady Oscar na Itália.. ^^









 

A Luta Contra a Censura em Solo Italiano

A trajetória de Lady Oscar na Itália também foi marcada por desafios. Em quase todas as suas reprises — e inclusive na icônica estreia de 1982 — o anime enfrentou a tesoura da censura. Como a série era voltada ao público infantil da época, diversos episódios sofreram cortes para suavizar a intensidade do drama de Riyoko Ikeda.

A cena mais famosa a ser silenciada é, sem dúvida, o conflito arrebatador entre Oscar e André, onde o rapaz se descontrola, rasga a manga da camisa da moça e tenta beijá-la. Esse momento de profunda tensão humana só pode ser apreciado em sua totalidade nas versões de colecionador em DVD. Outras passagens fundamentais também foram alvo, desde a poética noite romântica do casal em meio ao caos da Revolução, até momentos singelos de alívio cômico, como quando a avó de André o castiga com uma concha de cozinha. Felizmente, essas barreiras não impediram que a essência da obra tocasse o coração dos italianos..


Uma Heroína Eterna: O Hino ao Amor Universal

Nossa Lady Oscar é uma figura inesquecível: seus longos cabelos louros e ondulados, que dançam ao vento, emolduram olhos azul-celeste cujas pestanas longas sombreiam um olhar de bravura inigualável. Seu meio-sorriso é um mistério; por vezes deságua em risos genuínos, por outras, é o escudo que disfarça suas ansiedades mais profundas. Sob o rigor do uniforme militar, esconde-se uma mulher de beleza e força ímpares, rica em temperamento e dignidade.

Ela conquistou as crianças da Itália, que cresceram acompanhando suas aventuras e aprendendo sobre honra diante da TV. Como bem disse Cristina D’Avena ao cantar a segunda abertura durante a festa Fratelli d’Italia, a história de Oscar é, acima de tudo, um "hino ao amor universal". Esta data não é apenas uma lembrança; é a celebração de uma heroína que se tornou parte da nossa própria história.


 

 




 

Espero que tenham gostado!


ady Oscar diz... Obrigada por sua visita! Volte sempre que quiser.

 


 

Auguri, Lady Oscar! Sempre nel nosso cuore. 🌹⚔️🇮🇹



sábado, 28 de fevereiro de 2026

Ayakaze Sakina e a Culminação de uma Otokoyaku: "A Rosa de Versalhes" (Versão Fersen) – A Despedida da Trupe Neve em Tóquio.🌹✨

 

Olá, queridos amigos da Lady Oscar, Sejam Bem Vindos!

 


Chegamos ao último dia de fevereiro e, para fechar este mês com chave de ouro, o site Hominis nos presenteou com um texto belíssimo e emocionante. O artigo mergulha no talento de Ayakaze Sakina, a brilhante estrela da Takarazuka que, em suas últimas apresentações antes da aposentadoria, deu vida ao Conde Fersen na montagem mais recente de A Rosa de Versalhes (2025).

Como vocês sabem, Berubara e a Takarazuka Revue são os meus dois grandes amores! Sabendo que esse também é um tema que fascina muitos de nossos leitores, não resisti: decidi traduzir o texto na íntegra, respeitando cada detalhe da sua estrutura original.

Vale lembrar que ainda estou trilhando meu caminho no japonês através do Kumon, então contei com o apoio do Google Tradutor para refinar os detalhes. Se você for japonês, descendente ou dominar o idioma e notar qualquer ponto que possa ser melhorado, por favor, me avise! Adoraria contar com a sua ajuda para que possamos oferecer sempre uma tradução de alta qualidade para a nossa comunidade.



Confira o texto abaixo:


Ayakaze Sakina e a Culminação de uma Otokoyaku: "A Rosa de Versalhes" (Versão Fersen) – A Despedida da Trupe Neve em Tóquio

A tão aguardada versão "Fersen" de A Rosa de Versalhes finalmente chega ao canal Takarazuka Sky Stage. Esta foi uma apresentação histórica em vários sentidos: celebrou os 50 anos da estreia original de 1974, marcou o primeiro revival da obra em dez anos e serviu como o espetáculo de despedida (sayonara) do Top Star Ayakaze Sakina.

Desde o prólogo, embalado pelas canções do Pequeno Príncipe e da Pequena Princesa, até a cena final, onde Maria Antonieta sobe as escadarias em direção à guilhotina, o espetáculo é uma sucessão de momentos icônicos. É uma montagem generosa, feita para superar todas as expectativas do público.

Por outro lado, foram adicionados toques inovadores: as cenas onde Fersen e Antonieta trocam juras de amor são apresentadas em cenários oníricos em tons de rosa, enquanto a explosão de insatisfação do povo de Paris é retratada através de figurinos simples e uma dança vigorosa e poderosa.

Uma característica de Berubara (A Rosa de Versalhes) é que o protagonista muda conforme o charme e o estilo do Top Star da trupe que a encena. Desta vez, temos a "Versão Fersen", protagonizada por Ayakaze Sakina, Top Star da Trupe Neve. Para Ayakaze, que entrou para o Takarazuka por admirar justamente esta obra e que já havia interpretado Fersen em sua performance de novata (shinjin kouen), esta foi uma graduação em um espetáculo de profundo apego emocional.

Embora o personagem Fersen apareça menos na obra original se comparado a Maria Antonieta ou Oscar, na versão Takarazuka ele assume o papel central. Cenas inéditas foram adicionadas para detalhar as mudanças em seu estado emocional. Ayakaze Sakina construiu esse Fersen com meticulosidade, moldando um homem de escala grandiosa, dotado de um amor profundo e grande benevolência. É impossível não se deslumbrar com a beleza de sua postura e o manejo elegante de sua capa; foi um Fersen que pode ser chamado de a culminação definitiva de sua carreira como otokoyaku (atriz em papéis masculinos).

A Top Musumeyaku (atriz em papéis femininos), Yumehiro Aya, brilha ao retratar a vida de Maria Antonieta. Ela consegue transparecer, através da atuação estilizada típica de Berubara, o orgulho de uma Rainha da França que sela seus sentimentos como mulher para proteger sua dignidade.

Já o Oscar de Asami Jun parece ter saído diretamente das páginas do mangá, com um equilíbrio primoroso entre dignidade e delicadeza. Sua parceria com o André de Agata Sen, que a envolve com proteção, é tão harmoniosa que nos faz desejar ver, no futuro, uma "Versão Oscar e André" protagonizada por eles.

Os veteranos da Senka (Trupe Especial) que fizeram participações especiais também entregaram um trabalho excepcional. Há uma tensão que faz o público prender a respiração na cena em que o Conde Mercy (Natori Rei), guardião de Antonieta, implora para que Fersen retorne ao seu país, e no final do primeiro ato, quando o Rei Gustavo III da Suécia (Natsumi You) despede-se com nobreza de Fersen, que está decidido a resgatar a rainha. Além disso, a presença marcante de Jeanne (Otoiro Yui), que há tempos não aparecia na versão Takarazuka, deixou uma impressão forte.

Em contraste com a história principal repleta de cenas famosas, o finale é completamente novo. Embora existam números clássicos de encerramento em Berubara, eles foram deixados de lado para dar lugar a uma estrutura que permite ao público se despedir plenamente de Ayakaze. Em particular, o momento em que ela canta sozinha na grande escadaria a canção "Takarazuka, Terra Natal do Meu Coração" transmite com força todos os sentimentos e experiências vividas por ela desde que se tornou Top Star.

Fomos arrebatados pelo conteúdo rico e pelo ritmo ágil da produção. Ao mesmo tempo em que atende aos desejos dos fãs, a montagem não esquece de buscar novos desafios. Convido a todos a desfrutarem, também através das imagens do Takarazuka Sky Stage, desta forma evoluída de A Rosa de Versalhes, 50 anos após sua criação.

FIM.

Texto por: Chiaki Nakamoto






Falar de A Rosa de Versalhes é falar da própria alma do Takarazuka. Esta obra não apenas salvou a companhia décadas atrás, mas deu voz ao empoderamento feminino através da figura imortal de Oscar e do romantismo idealizado de Fersen.

Encerrar este mês com a despedida de Ayakaze Sakina nos faz refletir sobre a natureza efêmera e, ao mesmo tempo, eterna do teatro. No Takarazuka, as estrelas brilham intensamente por um período, deixam sua marca em papéis imortais e depois seguem seus caminhos, deixando para nós o perfume de suas performances.

Que as rosas de Versalhes continuem florescendo em nossos corações, hoje e sempre. 🌹✨ Finaliz com essa fanart de minha autoria baseada na cena acima:

Fanart  digital de Minha autoria. Fersen e Maria Antonieta Rosa de versalhes Takarazuka Revue 2025.



Espero que tenham gostado!
 
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Narrado por Bando Tamasaburo, documentário “Madame Soie Cévennes” estreia em abril com apoio de Riyoko Ikeda

Olá, queridos amigos da Lady Oscar, sejam Bem Vindos!


 O Comic Natalie anunciou O documentário "Madame Soie Cévennes", narrado por Bando Tamasaburo, chegará aos cinemas de todo o Japão a partir de 4 de abril. Recentemente, foram divulgados comentários de apoio de grandes nomes, como Riyoko Ikeda, autora do icônico mangá “A Rosa de Versalhes”, e Hiroki Nagaoka, autor do romance “Kyojo”.

A lendária seda de Cévennes — que teria sido a favorita de Maria Antonieta durante o período Rococó — renasceu no Japão após 300 anos. O filme levou três anos para ser concluído, entrevistando criadores de bicho-da-seda, fiandeiros, tecelões, tintureiros, pesquisadores e casas de luxo globais na França e no Japão, todos dedicados a conectar a tradição e a tecnologia ao futuro.


Em seu comentário, Ikeda refletiu: "Para os retratistas do Rococó francês, capturar o brilho da seda nos vestidos das damas era um elemento crucial. A sensação da seda contra a pele realçava a beleza humana. No entanto, ao lembrar que esse luxo advém de inúmeras 'vidas' dentro dos casulos, o valor dessa seda parece se tornar ainda mais sagrado." Nagaoka afirmou: "O próprio filme é tão meticulosamente construído que parece um tecido de seda; senti vontade de tocar a tela." Tamasaburo, por sua vez, escreveu: "Acredito que, não importa que novas fibras surjam no futuro, a seda será imortal." Confira abaixo os depoimentos completos de diversas personalidades.



Dirigido por Koichi Sato (de “The Red Dye Maker”), "Madame Soie Cévennes" estreia em 4 de abril no PolePole Higashi-Nakano, em Tóquio, e em outras salas pelo país. Antes disso, haverá uma exibição antecipada no Kyoto Cinema, de 27 de março a 2 de abril.






Comentários de Apoio

Riyoko Ikeda (Mangaká)

"Para os retratistas da era Rococó na França, a habilidade de pintar o brilho da seda nos vestidos das nobres era um fator determinante. E aquele toque da seda, envolvendo a pele nua, lapidava a beleza humana de forma magnífica. Contudo, quando penso que para isso recebemos o sacrifício de tantas 'vidas' dos casulos, sinto que a preciosidade da seda aumenta ainda mais."

Makoto Shiina (Escritor)

"É um mundo 'mágico' e surpreendente, onde o bicho-da-seda se transforma em um tecido delicado, belo e repleto de transparência."

Bando Tamasaburo (Ator de Kabuki)

"Acredito que, independentemente de quais novas fibras surjam no futuro, a seda é algo imortal."

Senko Ikenobo (Próxima Designada Guardiã da Escola Ikenobo de Ikebana)

"A armadura real diante dos meus olhos reviveu com uma força que atravessa o tempo. Ao saber que cada fio e cada cor vieram da lendária seda 'Cévennes', senti o carinho e as mãos de muitos que a fiaram ao longo dos anos. Por ser pura, ela pode conter e expressar tudo. É uma bela história que une a França a Yamagata. Por favor, torne-se parte desta história você também."

Hiroki Nagaoka (Romancista)

"Este filme, composto com tanta dedicação, é como um tecido de seda em si. Deu-me vontade de tocar a tela com as mãos."

Naofumi Higuchi (Crítico de Cinema)

"Nunca imaginei que a sericultura e a fiação, indústrias que aprendemos nos livros didáticos como pilares de nações, estivessem tão próximas da extinção. Além desse aprendizado, as expressões de missão e alegria daqueles que se dedicam a conectar Paris, Kyoto e outras terras para não deixar essa história morrer deixam uma impressão refrescante. A narração polida de Tamasaburo-san também é um deleite."

Masaaki Nomura (Crítico de Cinema)

"Mesmo para um espectador leigo como eu sobre a lendária seda Cévennes, o sentimento de felicidade e conforto é transmitido. Isso se deve, acima de tudo, ao olhar sensível e gentil do diretor Sato, marca presente em suas obras. Imperdível!"

Vivienne Sato (Artista e Drag Queen)

"Percebi que faz tempo que não experimento o toque da seda de alta qualidade. O desaparecimento da indústria da seda significa o desaparecimento dessa experiência sensorial. Ao pensar na relação de 5.000 anos entre humanos e bichos-da-seda, não há como não se espantar com o mistério da 'Árvore da Vida', que inclui a nós, humanos, no degrau mais baixo."

Anju (Fotógrafa e Ex-modelo da Paris Fashion Week)

"O Sr. Hosoo, produtor deste filme, sempre falava com pureza sobre a bela história da seda nas armaduras. Ao conhecer a história completa neste filme, tudo se conectou. Em 2023, aprendi muito com a Chanel ao realizar uma exposição lá. Como diz o Sr. Colas (ex-presidente da Chanel Japão) no filme, a Chanel trouxe liberdade às mulheres através das roupas. Da mesma forma, as armaduras — feitas para proteger o corpo — também precisavam da beleza da seda. O trabalho do bicho-da-seda era essencial como o 'item supremo da autenticidade'. Espero que muitos assistam para que a lenda da seda Cévennes, orgulho de Japão e França, continue para as próximas gerações."

Takako Hirose (Apoiadora da Cultura Japonesa e Investidora)

"Madame Soie Cévennes é uma história de 'renascimento' e laços, tecendo silenciosamente uma prece por aquilo que está se perdendo entre a França e o Japão. Rezo para que esta obra desperte no mundo o respeito pela vida e pela cultura."

Hiroshi Yoshioka (Diretor do Instituto de Filosofia da Civilização da Universidade de Artes de Kyoto)

"Um documentário que retrata a verdadeira face de uma indústria sustentável e a profunda relação entre natureza e seres humanos através do intercâmbio da sericultura franco-japonesa."

Tokichika Yamashina (Herdeiro da 30ª Geração da Família Yamashina)

"A postura das pessoas que enfrentam a essência da tecelagem com gratidão às bênçãos da natureza é belíssima. A restauração dessa prática para as gerações futuras é uma luz, e este filme ilumina esse caminho calorosamente."

Ako Myochin (Mestre de Armaduras Tradicionais)

"Madame Soie Cévennes carrega nossos sonhos. Nossos sonhos não nasceriam sem a Cévennes. Quero proteger este presente da bela natureza junto com todos vocês."

Shigeto Suzuta (Artista Têxtil)

"Sinto-me honrado em participar. Como um projeto que herda a 'Cévennes', aclamada como a seda mais bonita do mundo, espero que mais pessoas se interessem pelo papel vital do ambiente que a cerca."

Hiroko Nakakita (Artista Contemporânea e Pintora)

"Ao tocar essa seda preciosa durante minha produção artística, passei a ver a Cévennes como a 'Princesa' dos bichos-da-seda. Ela é pura, branca e delicada. Parece frágil, mas seu fio possui uma vontade incrivelmente forte e reta — a prova de um DNA real que sobreviveu desde tempos antigos."


Confira abaixo O Trailer do Filme "Madame Soie Cévennes"




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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Divulgado O cartaz oficial do concerto sinfônico de 1 ano do filme "A Rosa de Versalhes" (2025)

 

Olá, queridos amigos da Lady Oscar, sejam Bem Vindos!




O tempo voa! Já faz um ano que a belíssima adaptação de A Rosa de Versalhes pelo Studio MAPPA chegou aos cinemas, reacendendo a chama do clássico de Riyoko Ikeda. Para celebrar esse primeiro aniversário em grande estilo, o Japão prepara um evento que promete ser inesquecível: um Concerto Sinfônico dedicado à obra.

Como eu havia comentado anteriormente, os preparativos estavam a todo vapor, e finalmente foi divulgado o cartaz oficial do espetáculo. Ele está deslumbrante e eu não poderia deixar de trazê-lo como uma atualização para vocês!



🌹 O Espetáculo: Música e Emoção

O concerto apresentará as versões sinfônicas da trilha sonora que nos emocionou nas telas, composta pelos mestres Hiroyuki Sawano e KOHTA YAMAMOTO.

Confira os detalhes do evento:

  • Data: 6 de setembro de 2026 (Domingo)

  • Horário: Abertura às 16h | Início às 17h

  • Local: Fórum Internacional de Tóquio, Salão A

  • Ingressos: * Standard: A partir de 13.000 ienes.

    • Premium: 18.000 ienes (Inclui a partitura exclusiva de “Acredite no Meu Caminho”).

🎭 Elenco e Equipe de Peso

Além da Orquestra Filarmônica de Tóquio, regida por Kaoru Wada, teremos a presença ilustre das vozes que deram vida aos personagens:

  • Miyuki Sawashiro (Oscar)

  • Aya Hirano (Maria Antonieta)

  • Toshiyuki Toyonaga (André)

  • Kazuki Kato (Fersen)

Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos através do site oficial. Sem dúvida, uma iniciativa necessária para honrar uma trilha sonora que já nasceu icônica.

"Mais do que um evento, este concerto é uma celebração de um ano de memórias e emoções que o novo filme nos proporcionou. Para quem teve o privilégio de acompanhar essa jornada, reviver esses momentos através de uma orquestra filarmônica é um presente raro. Uma iniciativa indispensável para honrar a beleza e a força de A Rosa de Versalhes."


Espero que tenham gostado!

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