" Lady Oscar Rosa de Versalhes ♥🌹"é um blog dedicado exclusivamente a Lady Oscar, a autora Riyoko Ikeda, notícias, curiosidades, eventos e lugares Oscarianos. Sejam Bem Vindos amigos da Lady Oscar.🌹🌹
Olá, queridos amigos da Lady Oscar, Sejam Bem Vindos!
Estamos na contagem regressiva para o aniversário de André Grandier, o inesquecível par romântico de Oscar François de Jarjayes em Rosa de Versalhes (ベルサイユのばら), obra-prima atemporal de Riyoko Ikeda. Como a data está chegando, resolvi que, até lá, farei alguns posts aleatórios (não seguidos, mas cheios de carinho) comentando sobre esse personagem que marcou gerações. E a grande questão que não quer calar é: por que, em pleno 2026, André ainda consegue emocionar tantas meninas, garotas e fãs de todas as idades?
O Fascínio de um Amor Real em Tempos de IA e Distância
Com mais de meio século desde a sua criação no mangá, Rosa de Versalhes continua a ser redescoberta por novas gerações de leitores e fãs de anime. Em uma era de conexões ultra-rápidas e romances efêmeros, o amor de André por Oscar é o exato oposto: paciente, profundo, leal e disposto a qualquer sacrifício.
André não é o príncipe encantado tradicional montado em um cavalo branco. Ele é humano, falível, comete erros, tem ciúmes, mas acima de tudo, enxerga Oscar em sua totalidade — como mulher, como comandante e como ser humano lutando em meio às turbulências da Revolução Francesa. É justamente essa vulnerabilidade combinada com uma devoção inabalável que faz com que o público se apaixone por ele repetidas vezes.
Por que André Continua Atual?
Amor Baseado na Igualdade e no Respeito: Ele respeita a força e a independência de Oscar, nunca tentando diminuí-la ou colocá-la em uma redoma de vidro.
Profundidade Emocional: A jornada de André — que vai desde o amigo de infância silencioso até o parceiro de vida e de luta — entrega um peso dramático raro nas narrativas modernas.
A Tragédia e a Beleza da Entrega: O romance deles não é fácil; ele é marcado por barreiras sociais, guerras e o destino implacável da história. Essa intensidade lírica toca fundo no coração de quem lê.
Como vimos, André Grandier não é apenas um personagem coadjuvante; ele é o coração pulsante que equilibra a rigidez e o heroísmo de Oscar François de Jarjayes. Em pleno 2026, ele nos lembra que o amor verdadeiro é construído na lealdade, na paciência e na coragem de estar ao lado de quem amamos, não importa os desafios — seja contra os preconceitos da aristocracia ou contra os ventos da Revolução Francesa.
A sua devoção silenciosa e a sua humanidade ressoam profundamente, provando que, por mais que o mundo ao nosso redor mude, a necessidade de um amor profundo e verdadeiro nunca sai de moda.
Até o próximo post da contagem regressiva!
Espero que tenham gostado!
ady Oscar diz... Obrigada por sua visita! Volte sempre que quiser.
Olá, queridos amigos da Lady Oscar,Sejam Bem Vindos!
Ontem foi é aniversário de Michi Himeno, uma das mais importantes designers de animação japonesa da história! Nascida na província de Hyogo em 16 de agosto de 1956, a leonina está completando 70 anos. Feliz aniversário! 🎂✨
Quando jovem, Himeno emocionou-se ao assistir a Babel II (1973) e decidiu ingressar no estúdio Araki Pro. Sua estreia oficial ocorreu em UFO Robot Grendizer (1975). Desde então, ela trabalhou ao lado do saudoso e eterno Shingo Araki, formando uma das duplas mais brilhantes do character design e da direção de animação dos animes clássicos.
Entre os seus principais trabalhos estão obras inesquecíveis como A Rosa de Versalhes (ベルサイユのばらBerusaiyu no Bara / Lady Oscar), Angel, a Menina das Flores (Hana no Ko Lunlun) e Os Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya).
Arte do Anime Rosa de Versalhes no traço de Michi Himeno
Uma parceria lendária e traços inconfundíveis
Himeno também participou de outras produções de grande sucesso, como Sangokushi (1991), de Mitsuteru Yokoyama, GeGeGe no Kitaro (1996) e Yu-Gi-Oh! Duel Monsters (2000), entre outros. Além de Cavaleiros do Zodíaco, ela esteve à frente de animações baseadas em outras obras de Masami Kurumada, como Fuma no Kojiro (1989) e a série Ring ni Kakero 1 (2004), sem falar no marcante character design desenvolvido para as máquinas de Pachinko de Saint Seiya.
O design de abertura, de encerramento e da primeira fase da série animada de A Rosa de Versalhes foi inteiramente assinado por Michi Himeno e Shingo Araki. Uma curiosidade interessante sobre a divisão de trabalho entre eles é que Himeno costumava desenhar as personagens femininas, enquanto Araki cuidava dos traços masculinos.
Isso podia ser percebido nitidamente em Cavaleiros do Zodíaco: nos primeiros episódios, os cavaleiros tinham corpos mais musculosos — marca registrada de Shingo Araki —, enquanto na fase seguinte, com silhuetas mais esbeltas e elegantes, o traço de Himeno ganhava mais destaque, conforme apontam artigos especializados.
Infelizmente, na segunda metade de A Rosa de Versalhes, houve uma troca na direção: Osamu Dezaki assumiu o comando e trouxe consigo o artista Akio Sugino. Embora Sugino tenha um traço belíssimo, o estilo era bem diferente, fazendo com que o anime perdesse um pouco da delicadeza visual original de Himeno e Araki, além daquele brilho marcante nos olhos dos personagens. Para muitos fãs, e para mim também, essa dupla é simplesmente insuperável! Shingo Araki nos deixou saudades, mas Michi Himeno continua viva, e seus traços permanecem absolutamente imbatíveis.
Curiosidade: Uma matéria que li há algum tempo revelou que a marcante cena da abertura de A Rosa de Versalhes, em que Lady Oscar aparece presa entre os espinhos como uma verdadeira rosa, foi criada por ele (Shingo Araki). Sem dúvida, um dos momentos mais memoráveis da animação!
O impacto global e a febre no Brasil
Falando sobre A Rosa de Versalhes, vale lembrar que a obra fez um sucesso estrondoso na Europa — com destaque especial para a Itália. Embora não tenha sido um fenômeno de bilheteria no Japão em sua exibição original, a série nunca foi odiada pelos japoneses, como muitos costumam afirmar. Pelo contrário: em 1980, a animação passou por um forte revival no país, impulsionada justamente pelo sucesso estrondoso de Cavaleiros do Zodíaco.
No Brasil, Cavaleiros do Zodíaco foi uma verdadeira febre nos anos 1990 graças à exibição histórica pela Rede Manchete. Foi embalados por essa onda que tivemos doze episódios da série clássica e o longa-metragem (que resumía os 40 episódios iniciais) lançados em VHS no país pela Europinha.
Seiya com armadura de Sagitário, ilusração de Michi Himeno.
Os Cavaleiros do Zodíaco A Batalha de Abel Traços de Michi Himeno.
Feliz aniversário, Michi Himeno! E muito obrigada por dar vida a A Rosa de Versalhes, Cavaleiros do Zodíaco, Lupin III, Hana no Ko Lunlun e a tantas outras obras-primas que marcaram para sempre a infância (e a vida) de tanta gente. 💖
Arte do anime Rosa de Versalhes no traço de Michi Himeno
Finalizo este post com a abertura, algumas imagens do anime e vídeos especiais relacionados:
Feliz aniversário mestra Michi Himeno e Obrigado Por Lady Oscar e Cavaleiros do Zodíaco.
Espero que tenham gostado! Daqui a Pouco tem mais!
ady Oscar diz... Obrigada por sua visita! Volte sempre que quiser.
Olá, queridos amigos da Lady Oscar, sejam Bem Vindos!
Hoje, 16 de agosto, é o aniversário de Madonna, a icônica Rainha do Pop. Aproveitando a data e o fato de eu ter visto circulando na internet imagens curiosas da diva vestida como Maria Antonieta — que também é uma das grandes personagens de Rosa de Versalhes(ベルサイユのばら) —, decidi trazer essa curiosidade para cá!
Como não sou da época do surgimento de Madonna, fui pesquisar a fundo e descobri que a cantora adotou essa estética em momentos marcantes:
MTV Video Music Awards (VMA) de 1990: Sua apresentação histórica de "Vogue", com um figurino de época e peruca volumosa, tornou-se lendária e ajudou a popularizar a estética de Maria Antonieta na cultura pop, influenciando diversas produções e artistas posteriores.
Oscar de 2024: Trinta e quatro anos após o VMA, Madonna coapresentou a festa pós-Oscar (The Party) revivendo o visual, em uma homenagem emocionante ao seu próprio legado de estilo, mas com novas nuances.
A icônica performance de "Vogue" em 1990 é amplamente considerada um dos pontos altos da carreira da artista, tanto pela sonoridade quanto pela grandiosidade visual. Já a aparição no Oscar reafirmou sua atemporalidade, provando que sua influência estética continua viva e inspiradora..
Deixo abaixo mais fotos e vídeos relacionados para conferirmos juntos!
Encontrei esse vídeo feito por Fã da Diva do Pop, ao som das canções de Rosa de Versalhes.
Enfim, espero que tenham gostado! Um Bom Domingo e uma ótima semana Amigos da Lady Oscar.
ady Oscar diz... Obrigada por sua visita! Volte sempre que quiser.
Olá, queridos amigos da Lady Oscar, sejam Bem Vindos!
E chegamos à metade de agosto! Hoje, na Itália, é comemorado o Ferragosto, um feriado nacional repleto de tradição onde a Comunidade Italiana de Santo Egídio promove belíssimas ações de solidariedade destinadas a refugiados, sem-teto e idosos. Mas o dia de hoje também guarda o aniversário de uma data histórica monumental, cujos desdobramentos foram imortalizados nas páginas e telas de A Rosa de Versalhes (ベルサイユのばら).
Em 15 de agosto de 1785, há exatos 239 anos, estourava o célebre Escândalo do Colar, um enredo digno de folhetim que envolveu o Cardeal de Rohan, Jeanne de La Motte e seu marido Nicolas de La Motte, o falsificador Retaux de Villette, Mademoiselle d'Oliva e o misterioso Conde de Cagliostro. Aproveitando a data, abro este espaço para comentar como esse episódio na corte de Luís XVI abalou as estruturas da França e moldou a trajetória da Revolução, além de relembrar como tudo isso ecoa no universo de Lady Oscar..
Esse acontecimento fascinante inspirou diversos romances, como O Colar da Rainha, adaptações cinematográficas como O Enigma do Colar (estrelado por Hilary Swank), inúmeros documentários e, é claro, nossa amada senseiRiyoko Ikeda. Em sua obra máxima, Ikeda costura com maestria fatos históricos reais e toques de fantasia. No entanto, a forma como ela tece a trama do colar é tão perfeita que chega a ser difícil separar a realidade da ficção.
O verdadeiro Cardeal de Rohan (Louis René Édouard), nascido em Paris em 25 de setembro de 1734 e falecido em Ettenheim em 16 de fevereiro de 1803, era príncipe de Rohan-Guemenée, bispo de Estrasburgo, político e cardeal católico, pertencendo ao ramo caçula da ilustre Família Rohan, cujas origens remontam aos reis da Bretanha. Na realidade, ele era bem mais charmoso do que o retratado no anime e no mangá. Já a verdadeira Jeanne de Valois-Saint-Rémy, conhecida como Condessa de La Motte (1756–1791), participou ativamente do escândalo, mas estava longe de ser a vilã fria e perversa de Rosa de Versalhes. Na verdade, ela nem amava Nicolas e teve um fim trágico: morreu em Londres, em 23 de agosto de 1791, após cair da janela de seu quarto — seja em uma tentativa desesperada de fugir de seus credores, ou, segundo teorias, assassinada por realistas.
A Coroa, a Rivalidade e a Joia Impossível
A princesa Maria Antônia Josefa Joana de Habsburgo-Lorena, nascida em 2 de novembro de 1755 no Palácio Imperial de Hofburg, ganhou o título de Delfina da França aos 14 anos, em maio de 1770, graças ao seu casamento de razões estritamente políticas com Luís XVI. Entre boatos implacáveis, tensões geopolíticas e revoltas populares, seu reinado culminou na Revolução Francesa e no fim da monarquia. Mas nenhum episódio manchou tanto sua imagem pública quanto o famoso "caso do colar de diamantes".
Tudo começou antes mesmo de Antonieta subir ao trono, durante o reinado de Luís XV. Em 1772, o monarca decidiu presentear sua favorita, a Condessa du Barry, com uma joia sem precedentes. Os joalheiros parisienses Charles Auguste Boehmer e Paul Bassange receberam a missão de criar um colar que superasse todos os outros em beleza e grandiosidade.
O processo de fabricação levou anos e exigiu uma fortuna na busca por diamantes perfeitos. No entanto, antes que a peça estivesse pronta, Luís XV faleceu vítima de varíola, e a Condessa du Barry foi imediatamente banida da corte.
Com uma peça única, caríssima e sem comprador, os joalheiros tentaram oferecê-la à nova rainha. O rei Luís XVI chegou a sugerir a compra a Maria Antonieta em duas ocasiões:
Em 1778, quando a rainha recusou prontamente, argumentando que o dinheiro deveria ser investido em navios para o reino em vez de luxos fúteis.
Em 1781, quando os próprios joalheiros tentaram convencer a soberana como um presente pelo nascimento do herdeiro ao trono, o pequeno Luís José. Novamente, ela recusou.
Muitos historiadores apontam que a recusa de Maria Antonieta estava profundamente ligada à sua inimizade com Madame du Barry, já que a peça havia sido concebida originalmente para a antiga favorita. Como o mangá de Riyoko Ikeda tão bem retrata, a relação entre as duas era insustentável.
A Armadilha de Jeanne de La Motte
A grande confusão ganhou forma quando Jeanne de La Motte, uma condessa caída em desgraça que havia entrado na órbita da corte, tramou um plano mirabolante com a ajuda de seu amante, Rétaux de Villette.
Em março de 1785, Jeanne tornou-se amante do Cardeal de Rohan. Antigo embaixador francês em Viena — figura detestada por Maria Antonieta por ter espalhado boatos maldosos à sua mãe, a Imperatriz Maria Teresa —, Rohan desejava desesperadamente reconquistar o favor da rainha para alcançar o cargo de ministro do rei.
Percebendo essa obsessão, Jeanne convenceu o cardeal de que havia conquistado a amizade íntima de Antonieta e que atuaria como sua intermediária secreta. Acreditando estar agindo sob as ordens da soberana, Rohan passou a financiar os supostos "projetos de caridade" da rainha através de Jeanne. A golpista falsificou cartas apaixonadas e ordens de compra, convencendo o cardeal a adquirir o colar de diamantes em nome de Maria Antonieta, com pagamento parcelado. O golpe estava consumado.
O Estouro do Escândalo
O castelo de cartas desabou na hora do primeiro pagamento. Quando Jeanne apresentou as notas do cardeal aos joalheiros e o dinheiro não cobriu o montante, Boehmer recorreu diretamente à rainha. Maria Antonieta entrou em choque: ela jamais havia comprado ou recebido a joia.
O caso transformou-se em uma bomba política, alimentando panfletos difamatórios e plantando na mente do povo a ideia de que a rainha liderava conspirações e fraudes.
(Fontes de pesquisa: Wikipedia e Aventuras na História)
O Caso do Colar em Lady Oscar: A Rosa de Versalhes
Episódio 22: O Escândalo do Colar — O colar brilha de forma sinistra
Maria Antonieta dá à luz o tão esperado segundo herdeiro da França. O país celebra, e até Lady Oscar e André compartilham da alegria pelo nascimento do principezinho. Buscando mais privacidade para criar os filhos, a rainha decide se mudar para o Petit Trianon, uma decisão que desperta a ira da nobreza, que passa a ter o acesso negado à soberana. Enquanto isso, na Áustria, a Imperatriz Maria Teresa observa o destino da filha com profunda apreensão.
Paralelamente, Jeanne manipula Rohan para que compre a joia em nome da rainha. O Trianon começa a receber as cobranças enfurecidas dos joalheiros, enquanto Oscar e André se envolvem em uma confusão em uma estalagem frequentada por figuras como Robespierre e Bernard.
Episódio 23: O Processo — Habilidoso e Duro
É neste episódio que assistimos ao julgamento de Jeanne, retratada como uma das antagonistas mais marcantes da obra. Pressionada, ela acusa publicamente a rainha de conspiração e chega a inventar boatos caluniosos sobre Oscar e a soberana. A verdade sobre a farsa envolvendo o Cardeal de Rohan e o falsificador é finalmente revelada.
Condenada à prisão perpétua, Jeanne recebe a infame marca de ferro em brasa com a letra "V" (voleuse, ladra). Ela tenta escapar, mas desmaia após a punição. Enquanto isso, Maria Antonieta vê-se cada vez mais isolada, enquanto o povo e setores da nobreza transformam Jeanne em sua heroína distorcida.
Curiosidade: Embora Lady Oscar seja uma personagem fictícia, ela assume no enredo o papel desempenhado por figuras reais na corte, como a Princesa de Lamballe e a Condesse de Polignac, que também eram amigas íntimas da rainha e alvo constante de maledicências sobre supostos romances com a soberana.
O Caso do Colar no Live-Action de 1979
Dirigido pelo aclamado Jacques Demy (Os Guarda-Chuvas do Amor), o filme live-action de Lady Oscar (1979) também retrata este momento crucial. Logo após o nascimento do príncipe da França, vemos Oscar auxiliando a rainha com o bebê, momento em que os joalheiros aparecem para oferecer a famosa joia — oferta que Antonieta prontamente rejeita..
Curiosidade Final
Recentemente, uma réplica impressionante e luxuosa do colar de diamantes de Maria Antonieta foi recriada utilizando cristais Swarovski, trazendo à vida um dos artefatos mais icônicos da história da moda e da monarquia.
Na época em que se passa A Rosa de Versalhes, o Ferragosto ainda não era comemorado nos moldes atuais que conhecemos, mas, se fosse, o fatídico escândalo do colar teria explodido exatamente em meio às festividades da data!
Infelizmente, a belíssima trama do colar criada por Riyoko Ikeda ficou de fora do filme animado de A Rosa de Versalhes (2025). Um dos arcos mais marcantes do mangá acabou sendo totalmente excluído dessa nova animação — para se ter ideia, nem a Jeanne aparece no filme! Para mim, foi um enorme desperdício, pois a narrativa de Ikeda é tão maravilhosa que chega a confundir nossa cabeça de tão bem costurada que é, unindo fatos históricos reais e ficção com perfeição.
Enfim, para fechar este post sobre o Ferragosto e o escândalo do colar, deixo abaixo alguns vídeos que encontrei no YouTube sobre esse caso fascinante!
Espero que tenham gostado desta viagem pela história e pela ficção! Como sou de descendência italiana, aproveito para desejar a todos os amigos e fãs de Lady Oscar um ótimo Ferragosto
ady Oscar diz... Obrigada por sua visita! Volte sempre que quiser.