Olá, queridos amigos da Lady Oscar, sejam Bem Vindos!
"...A Liberdade, a Igualdade e... a Fraternidade... que estes sublimes ideais... sejam para sempre os sólidos fundamentos da humanidade!"
Hoje, 25 de abril, Portugal celebra o fim de uma era de silêncio e o nascimento de sua democracia. É o Dia da Liberdade. E embora os livros de história nos falem de Lisboa, de cravos e de 1974, para quem cresceu acompanhando a trajetória de Lady Oscar em A Rosa de Versalhes(ベルサイユのばら), é impossível separar uma coisa da outra.
Não, as datas não coincidem e os contextos geográficos são distantes. Mas a Liberdade, com "L" maiúsculo, fala uma língua universal que Oscar François de Jarjayes dominava como ninguém.
Por que pensamos nela hoje?
Pensar no 25 de Abril é pensar no momento em que o povo diz "basta". E não há como não traçar um paralelo com a jornada de Oscar. Ela não era uma revolucionária por nascimento; era a protegida da Coroa, a comandante da Guarda Real, o braço direito de Maria Antonieta.
O que torna a luta da Oscar tão memorável — e tão conectada ao espírito de hoje — é a sua renúncia. Ela abriu mão de uma vida de luxo, de títulos e da segurança do palácio porque não conseguia mais ignorar a realidade do povo. A luta dela não foi apenas por política, foi por humanidade.
A Essência da Luta
Enquanto os cravos floresciam em 1974 como símbolo de uma revolução que buscava dignidade, Oscar personificou esse mesmo ideal séculos antes (na ficção e na história francesa).
Ela lutou contra as amarras de gênero.
Ela lutou contra a própria criação para seguir sua consciência.
Ela liderou seus soldados rumo à Bastilha sabendo que o preço da liberdade costuma ser alto demais.
Mesmo que não haja uma ligação direta nos calendários, a conexão é ética. Ver as imagens da Revolução dos Cravos é, para nós, ver um pouco do espírito de Oscar ganhando vida na realidade. É a prova de que o ideal de "Liberdade, Igualdade e Fraternidade" — pelo qual ela deu a vida na obra de Riyoko Ikeda — é o mesmo que permitiu que o cravo vencesse o fuzil
.
Hoje celebramos a liberdade real, mas guardamos no coração aquela que nos ensinou, entre traços de Shingo Araki e Michi Himeno, que nenhum privilégio vale mais do que o direito de ser livre.
25 de Abril sempre. E que a Rosa de Versalhes continue florescendo em nossos ideais.







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Lady Oscar diz..
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