Olá, queridos amigos da Lady Oscar,Sejam Bem Vindos!
O que é a inveja? Muitos dirão que é um sentimento de desgosto, tristeza ou frustração diante da felicidade, sucesso ou posses do outro, certo? Mas para mim, Inveja é a declaração da inferioridade!
Na trama magistral de A Rosa de Versalhes, Riyoko Ikeda nos apresenta esse sentimento em sua forma mais crua através de Madame du Barry. A última amante do Rei Luís XV vivia em um estado de constante incômodo com a presença de Maria Antonieta. Mas por que tamanha obsessão? A resposta é simples e cruel: por mais influência e joias que Du Barry tivesse, ela jamais teria o que a princesa austríaca possuía de berço — a legitimidade.
Enquanto Antonieta era nobre por nascimento, enviada para selar a paz entre nações, Du Barry era uma mulher que dependia do favor real para existir na corte. Para a "favorita", o brilho natural de Antonieta era um lembrete diário de sua própria precariedade. A inveja de Du Barry não era apenas pelo poder, mas por saber que, aos olhos da história e da nobreza, ela sempre seria uma intrusa tentando ocupar um espaço que não lhe pertencia por direito.
Me inspirei nessa situação — que chega a ser cômica, para não dizer trágica — para refletir sobre como esse comportamento se repete até hoje. Recentemente, uma usuária sem o menor pingo de educação ou conhecimento técnico veio até a fanpage do blog alegar que, minhas fanarts não são de minha autoria. É o puro suco do "complexo de Du Barry": quando alguém se sente tão pequeno diante do talento alheia que sua única reação é tentar deslegitimar quem cria. Como resposta, ilustro este post com minhas artes autorais mais antigas, que já percorreram o mundo e sites italianos, provando que, enquanto uns conspiram nas sombras, quem tem luz própria continua produzindo.
A Vilania da Insegurança: Du Barry vs. Antonieta
Na trama de Ikeda, a primeira grande vilã que nos é apresentada é Madame du Barry, a última amante do Rei Luís XV. A presença de Antonieta a incomodava profundamente desde o primeiro dia. E por que esse incômodo? Simples: por mais que Du Barry tivesse influência política, joias caríssimas e o ouvido do Rei, ela jamais seria uma Princesa.
Antonieta era nobre de nascimento, uma "Sangue Azul" vinda de uma das dinastias mais poderosas da Europa. Seu papel ali era selar um tratado de paz histórico. Já Du Barry, tanto na ficção quanto na realidade, era vista como uma intrusa de origem humilde que usou de outros meios para chegar ao topo. A inveja de Du Barry, na obra de Ikeda, nasce dessa consciência de que, não importa o quanto ela brilhasse, ela sempre estaria um degrau abaixo da legitimidade de Antonieta..
Fatos Históricos vs. A Rosa de Versalhes
Riyoko Ikeda levou cerca de quatro anos pesquisando a fundo para escrever sua obra, e a tensão que vemos no mangá e no anime não é mera invenção. Na vida real, a rivalidade foi motivada por um choque de mundos: de um lado, a moralidade rígida (e influenciada pelas tias do marido) da jovem Maria Antonieta; do outro, a falta de linhagem nobre e o estilo de vida de Du Barry.
Em A Rosa de Versalhes, Ikeda coloca Du Barry como uma conspiradora ativa, alguém que tenta humilhar Antonieta para provar quem manda na corte. Na história real, o desprezo de Antonieta foi sua arma mais letal. Por ordens da etiqueta da época, uma pessoa de posição inferior não podia dirigir a palavra a alguém de posição superior sem ser solicitada. Antonieta simplesmente se recusava a falar com Du Barry. Esse "gelo" era a maior humilhação pública possível em Versalhes, pois invalidava a existência da amante do Rei perante a corte.
O Ápice do Conflito: "Há muita gente hoje em Versalhes"
O momento culminante dessa guerra de nervos, tanto na obra de Ikeda quanto nos registros históricos, ocorreu no dia 1º de janeiro de 1772. Pressionada pelo próprio Rei e por sua mãe, a Imperatriz Maria Teresa (que temia que o silêncio da filha causasse uma crise diplomática), Antonieta finalmente cedeu.
Ao passar por Du Barry, ela pronunciou a famosa frase: "Há muita gente hoje em Versalhes".
Em A Rosa de Versalhes, essa cena é carregada de um drama pesado, mostrando o sacrifício do orgulho de Antonieta. Na realidade, foram as únicas palavras que ela dirigiu à rival em anos. Foi uma vitória estratégica para Du Barry, mas uma vitória vazia. Antonieta provou que, mesmo quando falava, fazia-o por obrigação e não por reconhecimento.
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O Reflexo no Agora
Assim como a Du Barry de Ikeda não suportava a superioridade natural e o brilho da "Dauphine", certas pessoas hoje não suportam ver o esforço e a criatividade alheia. Tentar roubar a autoria de alguém ou acusar um criador de fraude sem provas é o último recurso de quem se sente pequeno.
No fim, a história (e a arte) nos mostra que a nobreza de espírito e o talento são dons que ninguém pode tirar. Quem tem luz própria sempre incomoda quem vive nas sombras do recalque. Assim como Antonieta permaneceu como o ícone maior daquela era, o trabalho autêntico sempre sobrevive aos ataques mesquinhos!
Cinco Anos de Devoção e a Resposta ao Recalque
Em julho, este blog completará 5 anos no ar. São cinco anos de dedicação diária, sem falhar um único dia sequer. Meus textos são frutos de pesquisa, paixão e autoria própria; desafio qualquer um a encontrar algo igual, pois não há fã brasileira tão dedicada a A Rosa de Versalhes quanto eu.
Sabemos que, no Brasil, o fandom desta obra magistral de Ikeda ainda é pequeno. O mangá só chegou oficialmente pela JBC em 2019 e a obra nunca esteve na TV aberta. Muitos "fãs" surgiram agora com o novo filme de 2025 — uma produção bonita, admito, mas que passou longe da grandiosidade do mangá original. Como fã convicta, não perdoo a exclusão de personagens essenciais, como o Cavaleiro Negro. Para quem me conhece, sabe que sou apaixonada pelo Zorro da Disney e pelo filme Tulipa Negra, com o saudoso Alain Delon. Sendo o Cavaleiro Negro um "mix" perfeito desses heróis e de Robin Hood, é claro que ele é um dos meus favoritos!
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| Fanart de Minha autoria 2022. |
A pessoa que tentou me atacar na fanpage demonstra não ter um pingo de conhecimento sobre a obra de Ikeda e, muito menos, sobre a minha trajetória. Mas encaro isso de frente: o incômodo dela é a prova técnica do meu sucesso. Se o meu trabalho incomoda, ótimo! Significa que ele tem relevância, autoridade e alcance. Hoje, este blog não é apenas um espaço de fã; ele se tornou uma verdadeira fonte de pesquisa que recebe mais de 1.000 visitantes por dia. Em breve, farei questão de instalar um contador de acessos para que todos vejam, em números, a força da nossa comunidade.
Quanto às minhas fanarts, dedico-me há dois anos a cursos de desenho digital, aprimorando meus traços inspirada nos mestres Shingo Araki e Michi Himeno. Mas meu talento não nasceu ontem; muito antes de qualquer curso, eu já desenhava sozinha, movida pela paixão. Eu guardo cada esboço, cada camada e cada etapa do meu processo criativo. Quem acusa sem provas só revela a própria incapacidade de desenhar um simples círculo, que dirá uma Lady Oscar! Esse ataque só prova que a pessoa não entende nada de arte, nada de processos digitais e absolutamente nada sobre o universo de A Rosa de Versalhes.
Este blog é um trabalho feito por amor, não ganho nada com ele. Não busco lucro financeiro, busco a satisfação de honrar o legado de Riyoko Ikeda. Por isso, continuarei escrevendo e criando, tal qual Oscar François de Jarjayes: sem temer nenhuma batalha, com honra e defendendo o que acredito. Se for para cair, que seja lutando pelo que amo!
Como resposta final a quem não tem conhecimento nem talento, seguirei o exemplo de Maria Antonieta: de hoje em diante, não dirigirei mais a palavra a pessoas invejosas. Afinal, como eu disse no início: a inveja nada mais é do que a declaração pública da própria inferioridade.
O blog continua. A arte continua. E o brilho de Versalhes por aqui jamais se apagará! Fiquem agora com algumas de minhas fanarts mais antigas, inclusive registros feitos no modo tradicional, a lápis. Ou será que são da "Madame Du Barry" invejosa? Quem sabe! O que sei é que quem faz um, faz dois, faz mil. E se me perderem a paciência, este blog ganhará "irmãos", pois meu empenho em divulgar o que amo só cresce diante de desafios.
Incomodou? Que bom. É sinal de que tem valor!
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| Fanart de minha autoria Lady Oscar feita em 2022 |
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| Fanart de minha autoria Lady Oscar feita em 2022 |
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| Fanart de minha autoria Lady Oscar feita em 2022 |
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| Fanart de minha autoria Lady Oscar feita em 2021 |
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| Fanart de minha autoria modo tradicional a lápis 2023 |
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| Fanart de minha autoria modo tradicional a lápis 2022 |
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| Fanart de Minha autoria feita de maneira tradicional a lápis. 2022 |
Pois é, uma situação que, se não fosse trágica, seria cômica! Na verdade, eu não preciso provar nada a essa pessoa, mas a inveja dela acabou me servindo para algo positivo: me inspirou a relembrar e analisar a situação de inveja extrema que Maria Antonieta sofreu ao chegar em Versalhes.
Tá vendo só? A vida inspira a arte, e até pessoas vazias acabam inspirando bons textos. No fim das contas, enquanto uns perdem tempo tentando apagar o brilho alheio, eu uso essa energia para criar mais conteúdo, mais arte e fortalecer ainda mais este espaço que vocês tanto acompanham. Desconheço totalmente o autor do Post, mas na certa, não é desenhista, e nem blogueira. Deve ser alguém que não produz conteúdo mais inveja dos outros.
Como diriam em Versalhes: o espetáculo continua, e para os invejosos, o silêncio é a nossa melhor resposta! Uma Ótima semana e usem arruda para afastar inveja.






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