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domingo, 10 de maio de 2026

Feliz Dia das Mães! Uma Homenagem com as Mães de 'Rosa de Versalhes'

 

Olá, queridos amigos da Lady Oscar,Sejam Bem Vindos!



 

Feliz dia das mães!!!!



Hoje, 10 de maio, celebramos o Dia das Mães, uma data internacional dedicada a honrar as mães de todo o mundo e sua influência perpétua na sociedade. De acordo com o site Calendarr, embora a maioria dos países ocidentais celebre no segundo domingo de maio, o Leste Europeu e a maioria dos países árabes comemoram, respectivamente, em 8 e 21 de março.

A tradição é milenar. As comemorações mais antigas têm origem na Grécia Antiga, onde a chegada da primavera era festejada em honra a Reia, a mãe dos deuses. Essa homenagem continuou com as festas dedicadas a Cibele, conhecida como Magna Mater (Grande Mãe).

No Brasil, o primeiro Dia das Mães foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, em 12 de maio de 1918. Oficialmente, a data foi instituída pelo presidente Getúlio Vargas em 1932, fixando o segundo domingo de maio. Mais tarde, em 1947, a data foi também incluída no calendário oficial da Igreja Católica no país.

Para celebrar este dia tão especial, resolvi dedicar um post às mães do clássico anime e mangá Rosa de Versalhes. Vamos conferir?

Fanart de Minha autoria.



Lady Jarjayes (Mãe de Lady Oscar)

Comecemos com Lady Jarjayes, a mãe de Oscar. No mangá original, Riyoko Ikeda faz questão de mostrar a forte ligação entre Oscar e sua mãe, algo que, infelizmente, não vemos na versão animada e muito menos no Live Action de 1979 (onde resolveram, injustificadamente, matá-la durante o parto). No mangá, ela é uma figura importante; na animação, aparece em pouquíssimas cenas.

Mesmo com raras aparições, o anime nos presenteia com momentos memoráveis que demonstram o amor de Oscar por ela. Um exemplo é quando a Condessa du Barry, amante do rei e rival de Maria Antonieta, tenta transformar Lady Jarjayes em sua dama de companhia apenas para atrair Oscar para o seu lado. Oscar, com razão, fica furiosa. Quem permitiria que sua mãe fosse usada como peão em uma briga de poder?

Oscar é extremamente inteligente e, em outro plano maléfico de Du Barry, salva sua mãe de uma armadilha. A vilã planejava incriminar Lady Jarjayes pelo envenenamento de uma empregada. Felizmente, Oscar descobre a trama e chega a tempo de desmascarar a vilã e provar a inocência da mãe. Essa, para mim, foi a melhor aparição da mãe de Oscar na animação.

E como esquecer a tentativa de Rosalie de matar a mãe de Oscar? Sim, isso aconteceu! Rosalie buscava vingança contra a mulher de cabelos loiros e vestido específico que atropelou sua mãe adotiva. Por infelicidade, Lady Jarjayes usava uma estampa semelhante, o que levou Rosalie a confundi-la com a verdadeira culpada (a Condessa de Polignac). Oscar salva a mãe e, demonstrando seu bom coração e compreensão diante da dor da garota, acolhe Rosalie. Ela a ensina esgrima, costumes e etiqueta, cultivando em Rosalie uma profunda admiração e amor.


Maria Teresa da Áustria (Mãe de Maria Antonieta)

Deixando a ficção de lado, vamos falar de uma mãe histórica real: Maria Teresa Valburga Amália Cristina da Áustria, a primeira e única mulher a governar os domínios habsbúrgicos e a última chefe da Casa de Habsburgo.

No mangá de Riyoko Ikeda, conhecemos Maria Teresa logo nos primeiros capítulos. Ela é retratada como uma mãe preocupada em educar e preparar sua filha caçula para o seu grande destino: ser a Rainha da França. É divertido ver Maria Teresa quase "enlouquecer" com a irresponsabilidade de Antonieta, uma menina que detestava estudar e só pensava em diversão, tirando péssimas notas.

No final da década de 1760, por questões puramente políticas, Maria Teresa decide casar Antonieta com o delfim da França, Luís XVI, para selar a união entre Áustria e França. Maria Antonieta casou-se com apenas 14 anos, em abril de 1770 (seu irmão a representou na cerimônia oficial, já que o noivo tinha 15 anos). A cerimônia oficial no Palácio de Versalhes ocorreu em 16 de maio (informações do site Aventuras na História).

O mangá mostra que Maria Antonieta era mimada e fazia o que queria. Maria Teresa foi, a seu modo, uma boa mãe, mas as exigências políticas a obrigaram a casar a filha tão jovem. Em minha opinião, sabendo das limitações e da imaturidade de Antonieta, Maria Teresa talvez não devesse tê-la enviado para uma corte tão complexa..


Nicole Lamorlière (Mãe Adotiva de Rosalie)

Mães adotivas também são mães, e Nicole Lamorlière é um belo exemplo. Uma mulher pobre, porém honesta e trabalhadora, Nicole lutou muito para criar Rosalie e sua irmã adotiva, Jeanne. Infelizmente, ela é atropelada pela carruagem da Condessa de Polignac. Em seus últimos momentos, ela revela a Rosalie que não é sua mãe biológica, mas sim filha de uma nobre chamada Martine Gabrielle, a própria Condessa de Polignac.

Curiosidade: A Rosalie de Rosa de Versalhes foi inspirada em uma mulher real que foi a última serva de Maria Antonieta e que, na história, também foi mãe.

 

 


Maria Antonieta (A Rainha-Mãe)

Maria Antonieta, figura histórica real, também foi mãe. Apesar de todas as suas irresponsabilidades como rainha, que contribuíram para a miséria do povo, não podemos dizer que ela foi uma mãe ruim. Afinal, quando teve a chance de fugir e escapar de um destino terrível, decidiu ficar por causa de seus filhos.

Maria Antonieta e Luís XVI tiveram quatro filhos, mas, infelizmente, quase todos faleceram muito cedo. Apenas a primogênita, Maria Teresa, chegou à idade adulta. Ela nasceu em 1778, após um trabalho de parto difícil de 12 horas.

Segundo o site Aventuras na História, ao se recuperar, a rainha teria dito: "Pobre garotinha, você não é o que era desejado, mas não é menos querida por isso. Um filho teria sido propriedade do Estado. Você só será minha".

Três anos depois, nasceu o primeiro herdeiro varão, Luís José, cujo nascimento trouxe grande alegria à França. Em Rosa de Versalhes, o pequeno príncipe tem uma "queda" por Lady Oscar, chegando a se declarar e a "roubar" um beijinho. Os outros filhos foram Luís Carlos (1785) e Sofia (1786), que faleceu no primeiro ano de vida. Luís José, o delfim, também faleceu precocemente de tuberculose. As crianças aparecem no mangá e no anime, mas Luís José tem mais destaque devido ao seu carinho por Oscar.





A Vilã Também é Mãe: Condessa de Polignac

Sei que muitos não concordarão com sua presença nesta lista, mas, na história criada por Riyoko Ikeda, a megera Condessa de Polignac também é mãe. Ela é a mãe biológica de Rosalie e também da pequena Charlotte. E, para mim, ela é a pior vilã da história, justamente pelo que fez a suas filhas.

Essa mulher desprezível foi a culpada pelo triste fim de Charlotte. Polignac queria forçar a menina a se casar com o Duque de Guiche, um homem monstruoso e muito mais velho que nunca a amou. Que tipo de mãe entrega sua filha a um monstro? Sem contar que ela abandonou Rosalie com uma plebeia (que, por sorte, foi uma mãe exemplar). Mesmo com toda a sua maldade, ela é mãe e, por isso, sua presença é notada.


Vovó é Mãe Duas Vezes: Marron Glacé

Para fechar nossa homenagem, não poderíamos esquecer Marron Glacé, a nossa querida Nanny e avó de André. Dizem que "avó é mãe duas vezes", e a bondosa senhora prova isso. Ela é a única parente viva de André e foi quem o criou com todo amor.

Mãe não é apenas quem gera, mas quem cuida, cria e ama. E Marron Glacé também é a babá de Oscar, muitas vezes agindo como sua segunda mãe. Ela se preocupa com a comandante e cuida dela com o mesmo carinho dedicado a André.



Este foi um post comemorativo, uma pequena homenagem a todas as mães que acompanham este blog. Finalizo com imagens da mãe da nossa heroína, Lady Oscar.






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 Espero que tenham Gostado! Um bom domingo e uma ótima semana a todos vocês amigos da Lady Oscar.


ady Oscar diz... Obrigada por sua visita! Volte sempre que quiser.

 


 





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Lady Oscar diz..
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