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O Yahoo! Japan destacou recentemente a figura icônica de Riyoko Ikeda, a lendária mangaká responsável pela obra-prima A Rosa de Versalhes(ベルサイユのばら) . Aos 78 anos, a autora surpreendeu o público ao surgir com uma aparência jovem e radiante em uma nova entrevista, o que gerou uma onda de comentários carinhosos nas redes sociais. Para além da estética, a matéria resgata o impacto cultural de sua obra — que marcou gerações como um fenômeno social nos anos 70 — e revela detalhes fascinantes e, por vezes, intensos sobre os bastidores da criação de um dos maiores clássicos dos mangás.
Como ainda estou trilhando meus passos no japonês através do Kumon, usei o tradutor e meus conhecimentos básicos para trazer esse texto até aqui. Se algum leitor fluente ou descendente identificar qualquer erro, ficarei muito grato pelo toque! Meu objetivo é evoluir no idioma e garantir que a tradução faça justiça à obra da Ikeda-sensei. O texto original encontra-se aqui.
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| (Foto: Riyoko Ikeda, cuja aparência aos 78 anos é destaque – registro de 1996) |
Obra que virou fenômeno social nos anos 70, "Rosa de Versalhes" é tema de destaque; aos 78 anos, a aparência da mangaká Riyoko Ikeda surpreende: "Elegância de uma estrela do Takarazuka" e "Que bom vê-la tão bem" ( Artigo Traduzido).
▼ "A feminilidade que não envelhece"
Nos anos 1970, "A Rosa de Versalhes" (Berusaiyu no Bara) tornou-se um verdadeiro fenômeno social. Agora, uma foto recente da mangaká Riyoko Ikeda, de 78 anos, está dando o que falar nas redes sociais.
O perfil oficial do "NewsPicks Studios" no X (antigo Twitter) divulgou um vídeo com a participação de Ikeda, intitulado: “'Fui levada à força num carro': a lendária mangaká Riyoko Ikeda revela os bastidores caóticos de suas criações”. Na publicação, eles provocam: “Qual é a história por trás da criação desta obra-prima, que continua sendo amada meio século após o início de sua publicação? Como a autora enxerga as mudanças dos tempos?”.
No vídeo, ela compartilha memórias dos bastidores, revelando situações extremas: “Quando o prazo de entrega se aproximava, eu era mantida em confinamento. Me colocavam dentro de um carro, vestida com qualquer roupa de casa, sem maquiagem e, claro, era levada à força”.
Com o cabelo meio preso e ondulado, vestindo um elegante vestido vermelho carmesim, Ikeda recebeu inúmeros elogios: "Que bom vê-la tão bem", "Como sempre, muito inteligente e maravilhosa", "O batom vermelho lhe cai muito bem", "Possui a elegância e a beleza de uma estrela do Takarazuka", "O sorriso dela é radiante e iluminado!", "A feminilidade que não muda com o passar dos anos" e "Desejo que a sensei continue sempre com muita saúde e vida longa!".
Sobre a autora
Riyoko Ikeda estreou como mangaká em 1967, enquanto ainda era estudante na Universidade de Educação de Tóquio (atual Universidade de Tsukuba). Em 1972, publicou "A Rosa de Versalhes" na revista Weekly Margaret (Shueisha), que se tornou um sucesso estrondoso e ultrapassou a marca de 20 milhões de cópias vendidas. Em 1995, ingressou no curso de Canto da Universidade de Música de Tóquio e, desde que se formou, também atua como cantora soprano.
Uma pergunta para continuarmos: Você tem interesse na obra de Riyoko Ikeda ou gostaria de saber mais sobre o impacto cultural que "A Rosa de Versalhes" causou no Japão e no mundo?
Notas de rodapé e reflexão pessoal
O vídeo ao qual o artigo se refere faz parte de uma entrevista concedida por Ikeda em uma edição especial do aclamado programa japonês WEEKLY OCHIAI. Conduzido pelo renomado cientista de mídia e pensador Yoichi Ochiai, o debate foi transmitido em 20 de maio de 2026 pela plataforma NewsPicks (você pode conferir o vídeo
De fato, é impossível não se impressionar com a vitalidade de Riyoko Ikeda. Ela não apenas mantém uma beleza atemporal, como parece envelhecer de forma extraordinariamente lenta. Ao compararmos suas entrevistas atuais com registros de apenas quatro anos atrás, percebemos que sua energia e aparência permanecem praticamente inalteradas.
Essa "imortalidade" visual parece refletir a própria longevidade de sua obra. Ikeda-sensei é, como sua Rosa de Versalhes, um clássico que desafia a passagem do tempo, mantendo-se sempre atual, inspiradora e, acima de tudo, elegante. É um privilégio ver uma autora de sua magnitude continuar tão ativa, lúcida e dona de uma presença tão magnética.






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