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quinta-feira, 27 de agosto de 2026

26 de Agosto: O Aniversário de André e o aniversário da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. ❤️


Olá, queridos amigos da Lady Oscar, Sejam Bem Vindos!



Ontem,  26 de agosto não foi apenas o aniversário de André Grandier, o par romântico inesquecível de Lady Oscar de A Rosa de Versalhes (ベルサイユのばら) , mas também a data em que a França celebrou os 237 anos de um dos marcos mais importantes da sua história: a promulgação da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.

Para celebrar essa data dupla, preparei uma arte especial que une os personagens à história real, gerada por Inteligência Artificial para ilustrar este post.

Imagem de IA

  Com o aniversário de André, acabei não comentando, mas é uma data importante que merece ser lembrada. Este documento icônico da Revolução Francesa carrega exatamente os ideais de liberdade e igualdade pelos quais Oscar e André tanto lutaram — e pelos quais se sacrificaram. Afinal, com a queda dos privilégios feudais e a abolição formal das rígidas barreiras sociais da nobreza, as barreiras intransponíveis entre a Comandante da Guarda e seu leal escudeiro finalmente deixariam de existir perante a lei. É impossível não imaginar o quanto eles teriam honrado e celebrado esse triunfo da justiça.

E sim, esse momento histórico também foi mostrado com maestria no mangá original. Riyoko Ikeda reproduziu com perfeição a estampa clássica e histórica da Déclaration des Droits de l'Homme et du Citoyen, com o Olho da Providência irradiando luz no topo, as figuras alegóricas dos lados e as tábuas divididas com os artigos. É incrível como Ikeda costura os acontecimentos reais com a fantasia e o drama criados por ela. Deixo abaixo a ilustração original do mangá e  a imagem gerada por IA feita apenas para ilustrar o post.


Imagem do Mangá Rosa de Versalhes



Imagem de IA

Enfim, Ikeda não romantiza a revolução de forma leviana; ela mostra o custo humano terrível desse processo. Os ideais de Liberté, Égalité, Fraternité estampados na Declaração são conquistados no mangá em meio a muito sangue, fome, desespero popular e à dor das perdas irreparáveis que a própria Oscar enfrenta.

E isso é o que torna A Rosa de Versalhes uma obra-prima, para mim sua obra máxima — embora, curiosamente, a própria Ikeda prefira A Janela de Orfeu.

Espero que tenham Gostado!

 


ady Oscar diz... Obrigada por sua visita! Volte sempre que quiser.

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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