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Em 30 de janeiro de 1774, há exatos 252 anos, acontecia um dos encontros mais marcantes da história francesa: a última rainha da França, Maria Antonieta, via pela primeira vez o Conde Hans Axel von Fersen durante um baile de ópera.
Antonieta sentiu-se imediatamente atraída pela graça e pelo humor de "le beau" Fersen, que carregava consigo a beleza extraordinária que era tradição em sua família. Este momento icônico foi retratado com maestria no mangá shoujo A Rosa de Versalhes (Berusaiyu no Bara), capturando a essência desse primeiro contato.
Mais do que um enredo de ficção, cartas históricas provaram que Fersen foi, de fato, o grande amor da vida de Maria Antonieta. Por isso, em uma data como hoje, não poderíamos deixar de comentar sobre esse encontro que mudou o rumo de tantas vidas e que continua a fascinar gerações de fãs.
Em A Rosa de Versalhes, Riyoko Ikeda imortaliza a paixão à primeira vista de Maria Antonieta pelo belíssimo conde sueco. Porém, na obra, esse baile não transforma apenas a vida da Rainha; ele altera o destino de sua guarda, Oscar François de Jarjayes, que também acaba desenvolvendo sentimentos profundos por Fersen.
Assim como retratado no mangá, o belo conde retorna à Suécia, mas volta à corte francesa em agosto de 1778. A Rainha, que jamais o esquecera, exclama ao vê-lo: "É um velho conhecido!". A partir desse momento, toda a corte nota que ela dedica ao jovem uma atenção muito particular.
Para muitos historiadores e fãs, não há dúvidas de que Antonieta realmente amou Fersen. A prova mais forte reside em suas correspondências: cartas repletas de carinho e devoção. Embora Fersen tenha se tornado um dos grandes favoritos em Versalhes, é difícil afirmar se o romance foi "além" no sentido físico. A etiqueta da época ditava que a Rainha raramente estivesse a sós, sempre cercada por sua comitiva.
Contudo, descobertas recentes em documentos originais revelaram frases de extrema intimidade e declarações apaixonadas nas cartas trocadas entre eles. Se a relação foi puramente platônica ou consumada, permanece uma das questões mais intrigantes e abertas da história.
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Comentário Histórico: O Encontro Real
O encontro no baile de máscaras em janeiro de 1774 foi, de fato, o ponto de partida. Na vida real, Fersen descreveu a Dauphine (Antonieta ainda não era rainha) em seu diário como "encantadora", mas ele partiu logo depois para continuar suas viagens.
O que a história nos diz sobre as cartas: Recentemente, cientistas utilizaram tecnologia de raio-X e scanners avançados para ler trechos das cartas de Fersen e Antonieta que foram censurados (riscados com tinta preta por descendentes da família Fersen para proteger a reputação da rainha).
As frases reveladas: Expressões como "Amo-te loucamente" e "Não posso passar um momento sem te adorar" foram encontradas.
A natureza do amor: Embora a impossibilidade física de estarem sozinhos fosse real, a conexão emocional era inegável. Fersen foi o homem que organizou a famosa (e trágica) Fuga para Varennes, arriscando sua vida e fortuna para tentar salvar a família real da Revolução, o que prova uma lealdade que ia muito além da amizade cortês.
















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